- A Clear, cofundada por Caryn Seidman Becker e Ken Cornick em 2010, está expandindo suas operações além dos aeroportos.
- A empresa agora foca em segurança de assinaturas digitais e firmou parcerias com Docusign e Greenhouse para combater fraudes de identidade.
- Caryn Seidman Becker afirmou que a meta é aumentar o uso do serviço de doze vezes por ano para doze vezes por dia.
- A Clear já colabora com empresas como Uber e Okta para melhorar a verificação de identidade e, em junho, firmou um acordo com a Greenhouse para acelerar a contratação de candidatos.
- Seidman Becker alertou que até 2028, até 25% dos candidatos a empregos podem ser falsos, destacando a importância de uma verificação de identidade mais rigorosa.
Clear, empresa cofundada por Caryn Seidman Becker e Ken Cornick em 2010, está expandindo suas operações além dos aeroportos. A companhia, que revolucionou a segurança em viagens, agora foca em segurança de assinaturas digitais e parcerias com empresas como Docusign e Greenhouse para combater fraudes de identidade.
Caryn Seidman Becker destacou em entrevista que a meta é aumentar a frequência de uso do serviço, passando de 12 vezes por ano para 12 vezes por dia. A empresa já é uma referência em segurança em aeroportos dos EUA e em cidades como Amsterdã e Roma. Com o aumento das fraudes de identidade, a Clear busca novas oportunidades no cotidiano das pessoas.
A parceria com a Docusign permitirá que usuários vinculem suas informações biométricas a contas digitais, garantindo a autenticidade das assinaturas. Seidman Becker enfatizou a importância de conhecer a identidade por trás de documentos, especialmente em um mundo pós-Covid, onde as assinaturas digitais se tornaram comuns.
A crescente preocupação com fraudes também se estende ao ambiente corporativo. A Clear já colabora com empresas como Uber e Okta para melhorar a verificação de identidade. Em junho, a empresa firmou um acordo com a Greenhouse, facilitando a verificação de candidatos a empregos e acelerando o processo de contratação.
Seidman Becker alertou que, até 2028, até 25% dos candidatos a empregos podem ser falsos, utilizando perfis gerados por deepfakes. A executiva reforçou que um documento de identidade não é sinônimo de identidade real, especialmente com o avanço da tecnologia. A Clear busca uma abordagem multifacetada para a verificação de identidade, adaptando-se às novas ameaças.
A visão de Seidman Becker é clara: aceitar a mudança é essencial para a evolução da empresa. A Clear, que começou transformando filas de segurança em aeroportos, agora se posiciona como uma solução inovadora em segurança digital.
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