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Agentes de inteligência artificial transformam o marketing e redefinem profissões

Especialistas discutem no CMO Summit 2025 como a inteligência artificial redefine o marketing e exige novas abordagens dos profissionais da área.

Gabriel Vallejo, da Oracle, defende que a IA já planeja, executa e toma decisões — e que o marketing precisa garantir responsabilidade e manter o humano no circuito (Foto: Divulgação/CMO Summit)
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  • O CMO Summit 2025 ocorreu nos dias 25 e 26 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo, reunindo mais de três mil profissionais de marketing, comunicação e tecnologia.
  • O evento abordou a disrupção da inteligência artificial no marketing, destacando a necessidade de adaptação dos profissionais da área.
  • No painel “Agentes de IA: pilotos ou copilotos do marketing?”, especialistas discutiram o papel central da inteligência artificial nas decisões de marketing.
  • Gabriel Vallejo, da Oracle, mencionou a importância da responsabilidade e ética nas ações de marketing, citando o exemplo de personalização de produtos.
  • Os debatedores concordaram que a integração entre humanos e máquinas é essencial, ressaltando a importância da empatia em um ambiente automatizado.

O CMO Summit 2025, realizado nos dias 25 e 26 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo, reuniu mais de 3 mil profissionais de marketing, comunicação e tecnologia. O evento, que marcou seu retorno presencial após quatro anos, teve como tema central a disrupção da inteligência artificial (IA) no marketing.

No painel intitulado “Agentes de IA: pilotos ou copilotos do marketing?”, especialistas como Bob Wollheim, da CI&T, Gabriel Vallejo, da Oracle, e Diego Freire, da Huggy, discutiram como a IA está transformando as práticas de marketing. Wollheim destacou que a IA representa uma disrupção real, comparando sua ascensão a um tsunami que exige uma nova mentalidade dos profissionais da área.

Os debatedores enfatizaram que os agentes de IA não são apenas ferramentas, mas estão assumindo papéis centrais nas decisões e estratégias de marketing. Gabriel Vallejo ressaltou que a superinteligência artificial pode planejar e tomar decisões, levantando questões sobre como manter a responsabilidade e a ética nas ações de marketing. Ele citou o exemplo da Bimbo, sugerindo que uma padaria poderia se transformar em uma empresa de hardware, personalizando produtos com base em dados de saúde.

Diego Freire complementou que a democratização da IA permite que novos profissionais entrem no mercado com ferramentas poderosas. No entanto, ele alertou que é essencial estudar e experimentar para aproveitar essas inovações. A conversa também abordou a necessidade de desaprender paradigmas antigos e de liderar com empatia em um ambiente cada vez mais automatizado.

Os especialistas concordaram que, embora algumas funções possam desaparecer, aqueles que utilizarem a IA de forma responsável terão vantagens competitivas. A discussão deixou claro que o futuro do marketing exige uma integração entre humanos e máquinas, onde a empatia e a conexão humana continuam sendo fundamentais.

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