- Google firmou um acordo para adquirir 200 megawatts de energia da Commonwealth Fusion Systems, que ainda não possui uma planta comercial em operação.
- A parceria visa fornecer eletricidade da futura planta Arc, planejada para Virginia.
- O reator de demonstração Sparc, essencial para o projeto, está previsto para ser concluído em 2026.
- O relatório ambiental da Google revelou um aumento de 27% no consumo de energia de seus data centers, totalizando mais de 30 terawatts-hora.
- As emissões da empresa aumentaram 6% no último ano, dificultando a meta de alcançar zero emissões líquidas até o final da década.
Google firmou um acordo para adquirir 200 megawatts de energia da Commonwealth Fusion Systems, uma empresa que ainda não possui uma planta comercial em operação. O anúncio ocorre em meio ao aumento de 50% nas emissões da gigante da tecnologia desde 2019, refletindo a crescente demanda por energia.
A parceria com a Commonwealth visa fornecer eletricidade da futura planta Arc, planejada para Virginia. Este projeto representa metade da capacidade da instalação, que ainda precisa da conclusão do reator de demonstração Sparc, previsto para 2026. A iniciativa é vista como um marco para a fusão nuclear, com a Commonwealth sendo considerada uma das principais candidatas a implementar a tecnologia comercialmente.
Além do acordo, Google divulgou seu mais recente relatório ambiental, que revela um aumento de 27% no consumo de energia de seus data centers em relação ao ano anterior, totalizando mais de 30 terawatts-hora. Esse número é comparável ao consumo anual de eletricidade de todo o país da Irlanda. Apesar dos investimentos em energia limpa, a empresa enfrenta desafios para atender à demanda crescente.
O relatório destaca que as emissões da Google aumentaram 6% no último ano, o que contrasta com a meta de alcançar zero emissões líquidas até o final da década. Embora a empresa tenha investido bilhões em projetos de energia limpa, a pressão por transparência sobre a contribuição da inteligência artificial para o consumo energético continua a ser um ponto de discussão.
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