- A Meta está testando chatbots proativos que retomarão conversas com usuários após 14 dias.
- O objetivo é aumentar o engajamento e a retenção, com previsão de gerar até US$ 3 bilhões em receita até 2025.
- Os bots farão follow-ups somente se o usuário iniciar a interação e tiver enviado pelo menos cinco mensagens nos últimos 14 dias.
- As novas funcionalidades incluem sugestões de receitas e dicas de decoração, além de permitir interação entre criadores de conteúdo e fãs nas plataformas da Meta.
- A iniciativa reflete a visão de Mark Zuckerberg sobre o futuro das relações humanas mediadas por tecnologia.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou que a empresa está testando chatbots proativos que poderão retomar conversas com usuários após 14 dias. Essa inovação visa aumentar o engajamento e a retenção, com a expectativa de gerar até US$ 3 bilhões em receita até 2025.
Os novos bots de IA, em fase de testes no Meta AI Studio, têm como objetivo fazer follow-ups após uma conversa inicial. A Meta assegura que as mensagens só serão enviadas após o usuário iniciar a interação e que o prazo para o follow-up será limitado a 14 dias. Um porta-voz da empresa confirmou que, caso o usuário não responda, o bot não enviará novas mensagens.
Para que os usuários possam interagir com os chatbots, é necessário que tenham enviado pelo menos cinco mensagens nos últimos 14 dias. Essa estratégia não apenas busca aumentar a retenção, mas também promete impulsionar a lucratividade da Meta no setor de IA generativa.
Funcionalidades dos Chatbots
Os chatbots desenvolvidos no Meta AI Studio terão diversas funcionalidades, como sugerir receitas e oferecer dicas de decoração. Criadores de conteúdo poderão utilizá-los para interagir com seus fãs nas plataformas da Meta, como Instagram e Facebook. Além disso, os bots poderão ser mantidos em modo privado, compartilhados via link ou integrados aos perfis dos usuários.
Com essa iniciativa, a Meta se posiciona na vanguarda da utilização de inteligência artificial nas interações digitais, refletindo a visão de Zuckerberg sobre o futuro das relações humanas mediadas por tecnologia.
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