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Huawei nega plágio e defende originalidade de seu laboratório de inteligência artificial

Huawei defende seu modelo Pangu Pro MoE, negando uso indevido de código de concorrentes e reafirmando compromisso com a propriedade intelectual.

A Huawei é uma das empresas mais avançadas da China (Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg)
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  • A Huawei Technologies negou acusações de uso indevido de código de concorrentes no desenvolvimento de sua plataforma de inteligência artificial Pangu Pro MoE.
  • A empresa afirmou que respeita a propriedade intelectual e segue as licenças de código aberto.
  • O modelo Pangu Pro MoE, que utiliza chips Ascend, foi criticado após a publicação de seu código-fonte no GitHub.
  • As alegações surgiram com o grupo “HonestAGI”, que questionou as origens do projeto, embora um post inicial tenha sido deletado.
  • A Huawei convidou a comunidade de código aberto para discussões técnicas sobre o Pangu, reafirmando seu compromisso com a transparência.

O laboratório Noah’s Ark, da Huawei Technologies, negou recentemente acusações de uso indevido de código de concorrentes no desenvolvimento de sua plataforma de inteligência artificial Pangu Pro MoE. A empresa afirmou que respeita a propriedade intelectual e segue rigorosamente as licenças de código aberto.

O modelo Pangu Pro MoE, que é o primeiro do mundo treinado com chips Ascend, foi alvo de críticas após a publicação de seu código-fonte na plataforma GitHub. A Huawei destacou que a utilização de código aberto é uma prática comum e que todas as declarações de direitos autorais estão devidamente marcadas nos arquivos relevantes.

As alegações surgiram em meio a um crescente debate na comunidade de tecnologia, especialmente com o surgimento de um grupo no GitHub chamado “HonestAGI”, que questionou as origens do projeto. Embora um post inicial tenha sido deletado, outro, intitulado “Pangu’s Sorrow”, ressurgiu, reiterando as acusações e mencionando a pressão enfrentada pela equipe para entregar resultados.

A resposta da Huawei é notável, considerando que a empresa é vista como um símbolo dos esforços da China para se distanciar de tecnologias estrangeiras. O laboratório Noah’s Ark, fundado em 2012, tem se concentrado em pesquisas avançadas em IA e mineração de dados, com escritórios em várias cidades, incluindo Shenzhen, Hong Kong e Londres.

A Huawei reafirmou seu compromisso com a transparência e a colaboração, convidando a comunidade de código aberto para discussões técnicas sobre o Pangu. A empresa não comentou além do comunicado do Noah’s Ark, mas a situação destaca a intensa competição no setor de inteligência artificial, onde rivais como DeepSeek e Alibaba Group também estão ganhando destaque.

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