- A Open English está adotando um modelo híbrido que combina inteligência artificial com aulas presenciais.
- A assistente virtual chamada Jenny personaliza o aprendizado, avaliando o desempenho dos alunos e gerando aulas focadas em suas dificuldades.
- O fundador Andrés Moreno destacou que o Brasil é um mercado crucial, com um bilhão e quatrocentas milhões de pessoas tentando aprender inglês.
- A empresa planeja oferecer soluções escaláveis para escolas públicas, com um contrato recente para ensinar trezentas mil crianças em um país ainda não revelado.
- A Open English busca expandir suas funcionalidades de inteligência artificial para atender diferentes segmentos, incluindo empresas e governos.
A Open English, plataforma de ensino de inglês, está adotando um modelo híbrido que combina inteligência artificial com aulas presenciais. O fundador, Andrés Moreno, destacou que a iniciativa visa integrar assistentes virtuais ao ensino, personalizando a experiência dos alunos e otimizando custos.
A empresa, que já é um dos principais nomes no Brasil e na América Latina, criou uma assistente virtual chamada Jenny. Essa ferramenta pratica conversação durante as aulas, avalia o desempenho dos alunos e gera aulas personalizadas focadas em suas dificuldades. Moreno enfatizou que o Brasil é um mercado crucial, competindo com os EUA em termos de receita.
A Open English decidiu concentrar seus esforços no ensino de inglês, considerando que 1,4 bilhão de pessoas estão tentando aprender a língua, em contraste com 300 milhões que buscam outras línguas. A empresa não planeja expandir para outros idiomas, priorizando a expansão em mercados que necessitam do inglês.
Integração da IA
Moreno expressou inicialmente preocupação com o surgimento da inteligência artificial, temendo que os professores fossem substituídos. No entanto, a estratégia evoluiu para integrar humanos e IA, criando uma experiência de aprendizado mais fluida. A assistente Jenny, por exemplo, fornece feedback imediato após as aulas, ajudando os alunos a melhorarem rapidamente.
Cerca de 70% dos alunos da Open English estão no nível básico e se sentem mais à vontade para praticar com a IA, o que resulta em avaliações mais altas para as aulas híbridas. A empresa também está explorando a possibilidade de oferecer soluções escaláveis para escolas públicas, com um contrato recente para ensinar 300 mil crianças em um país ainda não revelado.
Concorrência e Futuro
Em relação à concorrência, Moreno comentou sobre a estratégia da EF, que oferece conversações ilimitadas com robôs. Ele acredita que, embora essa abordagem pareça inovadora, a integração da IA ao currículo é essencial para manter os alunos engajados. A Open English continua a buscar novas funcionalidades de IA, com o objetivo de expandir sua oferta e atender a diferentes segmentos, incluindo empresas e governos.
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