- A campanha “Stop Killing Games” obteve mais de 1,4 milhão de assinaturas em apoio à petição “Stop Destroying Videogames” da União Europeia.
- O objetivo da petição é estabelecer regulamentações que impeçam a desativação de jogos por editoras.
- Uma queixa anônima à Comissão da União Europeia alega que Ross Scott, do canal Accursed Farms, violou regras de divulgação ao promover a petição.
- A denúncia questiona a transparência sobre contribuições financeiras, sugerindo que o tempo de Scott na campanha poderia representar uma contribuição não monetária de até 170 mil dólares.
- Scott afirmou que não é um dos organizadores da petição e que sua participação foi aprovada pelos organizadores e representantes da União Europeia.
A campanha Stop Killing Games ganhou destaque recentemente, acumulando mais de 1,4 milhão de assinaturas em apoio à petição da União Europeia, Stop Destroying Videogames. O objetivo é estabelecer regulamentações que impeçam a desativação de jogos por parte das editoras.
Um novo desdobramento surgiu com uma queixa anônima à Comissão da UE, que alega que a promoção da petição por Ross Scott, conhecido como Accursed Farms, infringe regras de divulgação. A denúncia questiona a transparência sobre contribuições financeiras, sugerindo que a promoção de Scott representa uma contribuição profissional significativa, não divulgada.
A queixa argumenta que o tempo de Scott dedicado à campanha, estimado entre 125 e 295 vezes o limite de divulgação de 500 euros, poderia representar uma contribuição não monetária de até 170 mil dólares. O autor da queixa baseia suas estimativas em declarações de Scott sobre seu trabalho na campanha, mas não apresenta um valor específico para sua “taxa de riquixá”.
Scott, em resposta, esclareceu que não é um dos organizadores da petição e que sua participação foi aprovada pelos organizadores junto a representantes da UE. Ele enfatizou que a campanha não é um esforço coordenado, mas sim um movimento de apoio à causa.
A petição busca impedir a desativação remota de jogos, permitindo que eles continuem funcionando independentemente das editoras. Se 1 milhão de assinaturas forem validadas, a Comissão da UE terá um prazo de seis meses para responder às demandas, mesmo que não crie um novo marco regulatório.
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