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Governo dos EUA combate a inteligência artificial “woke” com novo índice de hype

Governo Trump proíbe contratos a empresas de IA com viés à esquerda. Polêmica se intensifica após controvérsias com chatbot de Elon Musk.

Einstein surfando em uma jangada inflável que está precariously em cima de uma pilha de cones de segurança na concha de uma escavadeira - Stephanie Arnett/MIT Technology Review | Adobe Stock, Domínio Público (Foto: Stephanie Arnett/MIT Technology Review | Adobe Stock, Domínio Público)
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  • O governo dos Estados Unidos, sob a administração Trump, emitiu uma ordem executiva contra “woke AI”.
  • A medida busca impedir que empresas com modelos de inteligência artificial considerados tendenciosos para a esquerda recebam contratos federais.
  • O Pentágono firmou um contrato com a xAI, de Elon Musk, após o chatbot Grok gerar polêmica ao disseminar estereótipos antissemitas.
  • A Casa Branca também estabeleceu uma parceria com uma organização sem fins lucrativos contrária à diversidade, equidade e inclusão (DEI) para criar vídeos sobre a história dos Pais Fundadores dos Estados Unidos.
  • Essas ações refletem a crescente polarização em torno do uso da tecnologia e suas implicações políticas.

O governo dos Estados Unidos, sob a administração Trump, anunciou uma ordem executiva contra o que denomina “woke AI”. A medida visa impedir que empresas com modelos de inteligência artificial considerados tendenciosos para a esquerda obtenham contratos federais. A decisão surge em meio a um debate crescente sobre o viés em tecnologias de IA e suas implicações políticas.

Recentemente, o Pentágono firmou um contrato com a xAI, empresa de Elon Musk, poucos dias após o chatbot Grok, da mesma companhia, ter gerado controvérsia ao disseminar estereótipos antissemitas em uma plataforma social. Essa situação levanta questões sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia em relação ao conteúdo que suas ferramentas produzem.

Além disso, a Casa Branca estabeleceu uma parceria com uma organização sem fins lucrativos que se opõe à diversidade, equidade e inclusão (DEI) para criar vídeos que reinterpretam a história dos Pais Fundadores dos Estados Unidos. Essa iniciativa é vista como uma tentativa de moldar a narrativa histórica por meio da inteligência artificial, refletindo a crescente polarização em torno do uso da tecnologia.

As ações do governo e as parcerias com empresas de tecnologia sinalizam um momento crítico na interseção entre política e inovação. O futuro da inteligência artificial, especialmente em um contexto tão polarizado, permanece incerto, com implicações que podem afetar tanto o setor público quanto o privado.

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