- A Meta anunciou o lançamento dos óculos inteligentes Hypernova, com preço de US$ 800, previsto para setembro.
- O dispositivo busca preencher a lacuna deixada pelo Vision Pro da Apple, que enfrenta dificuldades de adoção devido ao alto custo de US$ 3.499 e ao catálogo limitado de aplicativos.
- Os Hypernova são mais leves e acessíveis, com foco em funcionalidades de inteligência artificial para o cotidiano, como tradução simultânea e comandos inteligentes.
- Desde seu lançamento, o Vision Pro vendeu menos de 1 milhão de unidades e recebeu críticas sobre sua utilidade prática.
- A Meta já possui outros produtos, como o Ray-Ban Meta, e espera que os Hypernova atraiam consumidores em um mercado em evolução.
A Meta anunciou o lançamento dos óculos inteligentes Hypernova, com preço estimado em US$ 800, programado para setembro. O novo dispositivo visa preencher a lacuna deixada pelo Vision Pro da Apple, que enfrenta dificuldades de adoção devido ao seu alto custo e catálogo limitado de aplicativos.
Os Hypernova se destacam por serem mais leves e acessíveis, além de integrarem funcionalidades de inteligência artificial voltadas para o cotidiano. A Meta aposta que esses recursos tornarão o produto mais atraente para o consumidor médio, em contraste com o headset da Apple, que custa US$ 3.499 e é considerado excessivamente caro para a maioria.
Desde seu lançamento, o Vision Pro tem enfrentado críticas sobre sua utilidade prática. Com menos de 1 milhão de unidades vendidas, o dispositivo não conseguiu atingir as expectativas da Apple. A empresa tenta reverter essa situação com atualizações no software, como o novo visionOS 26, e incentivando desenvolvedores a criar novos aplicativos. Contudo, especialistas apontam que a baixa utilidade e a escassez de conteúdo relevante limitam a experiência do usuário.
A Meta, por sua vez, já possui um portfólio que inclui o Ray-Ban Meta, focado em comandos por voz e conectividade com IA. O Hypernova promete ampliar essa linha, priorizando funcionalidades práticas, como tradução simultânea e comandos inteligentes, em vez de uma experiência imersiva total.
A comparação com o “Momento BlackBerry” sugere que a Apple corre o risco de perder relevância se não adaptar seu produto a um mercado em rápida evolução. Se a Meta conseguir oferecer um dispositivo funcional e acessível, pode capturar uma fatia significativa de um setor ainda em formação, desafiando a posição da Apple.
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