- A Apple enfrenta desafios em sua divisão de inteligência artificial, com atrasos em projetos e reestruturações internas.
- A saída de Ruoming Pang, ex-líder da equipe de modelos de IA, intensificou a instabilidade na área.
- Frank Chu, ex-líder de IA da Apple, se juntou à Meta Superintelligence Labs, marcando a sexta saída significativa da Apple para a Meta.
- A Meta, que pausou contratações após investimentos bilionários, continua a avaliar contratações críticas para o futuro.
- A Apple considera usar modelos de terceiros para aprimorar a Siri, diante da pressão crescente em seus esforços em IA.
A Apple enfrenta um momento desafiador em sua divisão de inteligência artificial, com atrasos em projetos e reestruturações internas. A saída de Ruoming Pang, que liderava a equipe de modelos de IA, acentuou a instabilidade na área.
Recentemente, Frank Chu, ex-líder de IA da Apple, anunciou sua transferência para a Meta Superintelligence Labs. Essa mudança marca a sexta saída significativa da Apple para a Meta, que, apesar de uma pausa nas contratações, continua a investir na expansão de sua divisão de IA. Chu, que gerenciava modelos de linguagem e infraestrutura de nuvem na Apple, será parte de uma nova equipe focada em IA na Meta.
A saída de Chu se junta a um movimento crescente de talentos da Apple para a Meta, iniciado em julho com a saída de Pang, que aceitou um pacote de US$ 200 milhões. Outros engenheiros, como Tom Gunter e Mark Lee, também deixaram a Apple em busca de novas oportunidades na empresa de Mark Zuckerberg. Na Meta, Chu atuará sob a liderança de Alexandr Wang, que recentemente reorganizou a divisão de IA em quatro áreas.
Apesar da pausa nas contratações, a Meta está avaliando contratações críticas para o futuro. Um memorando interno revelou que a pausa visa planejar o crescimento do quadro para 2026. Wang, no entanto, afirmou que a empresa continua a investir no MSL, destacando a importância da inovação em IA.
Para a Apple, essas saídas aumentam a pressão sobre seus esforços em IA, que já enfrentavam desafios. A empresa considera a possibilidade de utilizar modelos de terceiros para aprimorar a Siri, refletindo a necessidade de adaptação em um cenário competitivo.
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