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Carteira de Identidade Nacional se destaca por segurança contra fraudes, afirma Serasa

Estudo da Serasa Experian aponta que a nova identidade é dez vezes mais segura que o RG e deve substituir o documento tradicional até 2032

Brasil cai duas posições e fica em 52º lugar no Índice Global de Inovação 2025 (Foto: Reprodução)
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  • A Carteira de Identidade Nacional (CIN) é dez vezes mais segura que o Registro Geral (RG), segundo estudo da Serasa Experian.
  • A pesquisa analisou mais de 30 milhões de transações financeiras entre janeiro e agosto de 2025.
  • O estudo aponta que 86,9% das CIN aprovadas apresentaram risco de fraude praticamente nulo.
  • A CIN utiliza tecnologias antifraude avançadas, como QR Code e MRZ, para dificultar a falsificação.
  • Apesar da segurança, foram identificadas tentativas de fraude, principalmente relacionadas ao reconhecimento facial e à verificação cadastral.

A Carteira de Identidade Nacional (CIN), que visa padronizar a identificação dos cidadãos brasileiros, demonstra ser significativamente mais segura que documentos tradicionais, como o RG e a CNH. Um estudo da Serasa Experian, realizado em celebração ao Dia Nacional da Identidade, analisou mais de 30 milhões de transações financeiras entre janeiro e agosto de 2025. Os resultados indicam que 86,9% das CIN aprovadas apresentaram risco de fraude praticamente nulo, superando todos os outros documentos analisados.

A pesquisa revela que a CIN é 10 vezes mais resistente a fraudes do que o RG, que possui uma taxa de segurança de 80,6%. Em comparação, a nova identidade é cinco vezes mais segura que a CNH e quatro vezes mais segura que o DNI. Essa segurança aprimorada é atribuída ao uso de tecnologias antifraude avançadas, que dificultam a falsificação.

Importância da Modernização

Caio Rocha, diretor de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, enfatiza que a modernização dos documentos é crucial em um mundo digitalizado. Ele afirma que a CIN facilita a verificação de identidade de forma mais segura e confiável, sendo um passo importante para um ecossistema digital mais seguro. A CIN será implementada como um número único e nacional, equivalente ao CPF, e deve substituir o RG até 2032.

Além da padronização, a CIN conta com recursos como QR Code e MRZ, que permitem checagens digitais rápidas e seguras, dificultando a adulteração. O documento também pode incorporar dados complementares, como a CNH e informações sobre o tipo sanguíneo, e exige atualizações periódicas conforme a faixa etária do portador.

Desafios na Autenticação

Apesar do desempenho superior da CIN, o estudo identificou algumas tentativas de fraude. As principais ocorrências estão relacionadas ao Facematch (41,1%), onde a imagem facial do portador não é reconhecida, e à verificação cadastral (36,3%), que envolve discrepâncias nos dados pessoais. Outras tentativas incluem a captura de uma “foto de tela” do documento e problemas com biometria, indicando a necessidade de verificação contínua e uso de tecnologias que garantam a autenticidade do documento.

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