- A adoção de atendentes virtuais e inteligência artificial no atendimento ao cliente aumentou no Brasil.
- Empresas como Comgás e PicPay relataram melhorias na satisfação dos clientes após implementar agentes de IA.
- Um estudo da KPMG indica que mais da metade das empresas brasileiras utiliza inteligência artificial.
- A Microsoft aponta que setenta e quatro por cento das pequenas e médias empresas usam IA e notaram aumento na satisfação dos clientes.
- A Cisco projeta que, até dois mil e vinte e oito, oitenta e cinco por cento das interações de suporte serão feitas por agentes de IA.
Recentemente, a adoção de atendentes virtuais e inteligência artificial no atendimento ao cliente ganhou força no Brasil. Empresas como Comgás e PicPay relataram melhorias significativas na satisfação dos clientes após implementar agentes de IA, evidenciando uma corrida pela adoção dessa tecnologia.
Um estudo da KPMG revela que mais da metade das empresas brasileiras já utiliza inteligência artificial. A Microsoft encontrou dados ainda mais impressionantes: 74% das pequenas e médias empresas afirmam usar IA no dia a dia, e quase todas notaram aumento na satisfação dos clientes. A Cisco projeta que, até 2028, 85% das interações de suporte no mundo serão realizadas por agentes de IA.
Resultados Positivos
A Comgás, por exemplo, implementou uma atendente de voz que elevou seu NPS em oito pontos, simplificando seu menu de 17 para apenas 6 opções. O PicPay, por sua vez, viu seu NPS saltar 45 pontos em menos de um ano com o uso de chatbots generativos. Esses resultados demonstram por que a adoção de IA se tornou uma prioridade para muitas empresas.
A NineGrid, que recentemente recebeu um novo aporte, está focada em expandir sua plataforma NIA. O objetivo é criar agentes virtuais que não apenas respondam a perguntas, mas também identifiquem oportunidades de venda e resolvam problemas técnicos. A fluidez da interação com esses agentes é notável, com respostas rápidas e personalizadas.
Transformação no Atendimento
Na Exame, a implementação de um agente de atendimento resultou em um aumento na eficiência, com clientes atendidos mais rapidamente e uma equipe humana com menor carga de trabalho. Essa transformação prática demonstra que a tecnologia não é apenas uma teoria, mas uma realidade em evolução.
A questão central agora não é se os agentes virtuais dominarão o atendimento, mas como isso ocorrerá. As empresas estão percebendo que, enquanto a eficiência é alcançável, a empatia continua sendo um desafio. A NineGrid acredita que sua NIA pode equilibrar esses aspectos e, em breve, integrar essa tecnologia a robôs humanoides, ampliando as interações no mundo real.
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