- Um usuário recebeu uma ligação de um suposto atendente do Chase Bank, que tentou convencê-lo a transferir US$ 2.100 via Zelle.
- O golpista alegou que uma conta havia sido aberta em nome do usuário, com transferências suspeitas para o Texas.
- Durante a conversa, foram utilizados táticas de urgência e informações que pareciam legítimas, como números de caso.
- O usuário desconfiou ao perceber que o número de atendimento parecia um telefone e decidiu desligar.
- Após contatar o banco, foi informado que não havia atividades suspeitas em sua conta, e relatos semelhantes foram recebidos na agência do Chase.
Um usuário recebeu uma ligação de um suposto atendente do Chase Bank, que tentava convencê-lo a transferir US$ 2.100 via Zelle, revelando a crescente sofisticação dos golpistas. O FBI registrou US$ 16,6 bilhões em perdas por fraudes digitais em 2024, com métodos como phishing e spoofing em alta.
Durante a ligação, o atendente, que se identificou como do Chase, afirmou que uma conta havia sido aberta em nome do usuário, com transferências suspeitas para o Texas. O golpista utilizou táticas de urgência e forneceu informações que pareciam legítimas, como números de caso e códigos de cancelamento, para ganhar a confiança da vítima.
O “supervisor” da ligação pediu que o usuário abrisse o aplicativo do Zelle e realizasse a transferência. No entanto, a desconfiança aumentou quando o usuário percebeu que o número de atendimento parecia um telefone. Ao sugerir ir até a agência do Chase, o golpista respondeu que seria tarde demais. O usuário desligou e contatou seu banco, que confirmou que não havia atividades suspeitas em sua conta.
Benjamin Chance, da Early Warning Services, destacou que golpes de impostores aumentaram desde a pandemia, devido à urgência e à sensação de legitimidade que os golpistas criam. Ele recomenda que as pessoas desconfiem de chamadas de números desconhecidos e verifiquem diretamente com o banco.
Após a ligação, o usuário visitou a agência do Chase na Times Square, onde foi informado que não havia ninguém com o nome do “supervisor”. Funcionários relataram que já haviam recebido relatos semelhantes de outras vítimas. O usuário também tentou buscar mais informações em fóruns online, mas sua publicação foi rejeitada, evidenciando a dificuldade em encontrar e alertar outras possíveis vítimas.
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