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Cibersegurança ofensiva transforma a luta contra o cibercrime e protege dados

A cibersegurança ofensiva se torna essencial para identificar vulnerabilidades e proteger sistemas contra ciberataques reais.

Foto: Reprodução
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  • Empresas têm investido em cibersegurança defensiva, utilizando firewalls e antivírus como principais medidas de proteção.
  • Essa abordagem tem se mostrado insuficiente, com muitas organizações ainda sendo alvo de ataques cibernéticos.
  • A cibersegurança ofensiva se apresenta como uma alternativa, permitindo a identificação de vulnerabilidades por meio de testes contínuos que simulam ciberataques.
  • É importante não confundir cibersegurança ofensiva com automação superficial, pois ferramentas automatizadas não replicam as estratégias humanas dos cibercriminosos.
  • A escolha de parceiros especializados em testes de penetração (pentest) é crucial para garantir uma defesa eficaz contra as ameaças cibernéticas.

Durante anos, empresas de diversos setores investiram em cibersegurança defensiva, confiando em firewalls e antivírus como principais barreiras contra ataques cibernéticos. No entanto, essa estratégia tem se mostrado insuficiente, com muitas organizações ainda sendo alvo de invasões. A cibersegurança ofensiva surge como uma alternativa necessária, permitindo a identificação de vulnerabilidades por meio de testes contínuos que simulam ciberataques reais.

Essa abordagem não substitui a defesa, mas a complementa. A cibersegurança ofensiva envolve a realização de testes regulares em sistemas e aplicações, antecipando-se aos movimentos dos cibercriminosos. Empresas que atualizam seus produtos frequentemente reconhecem que cada nova versão pode abrir brechas, adotando testes ofensivos como prática padrão. Essa postura proativa é fundamental para manter o controle sobre as ameaças.

Um erro comum é confundir cibersegurança ofensiva com automação superficial. Ferramentas que apenas realizam scans automatizados não conseguem replicar as estratégias humanas utilizadas em ataques reais. O cibercrime combina automação com técnicas de engenharia social e evasão, o que torna essencial investir em parceiros especializados que ofereçam serviços de pentest de qualidade.

A escolha do parceiro certo é crucial. Muitas empresas se apresentam como provedores de pentest, mas oferecem apenas análises superficiais. Andrew Martinez, CEO da HackerSec, destaca que a melhor defesa atualmente é o ataque. Ele afirma que confiar apenas em soluções defensivas é um erro, pois o cibercrime não se importa com compliance. Para realmente se proteger, é necessário realizar testes ofensivos continuamente.

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