- O celular funciona como central de casa conectada, usando apps como SmartThings, Google Home ou Alexa para controlar TVs, iluminação, câmeras, tomadas e ar-condicionado.
- Rotinas e automações permitem que o app execute ações em sequência, como sair de casa, modo sono e manhã produtiva, integrando diferentes dispositivos.
- A segurança digital é importante: organize os apps, reduza notificações, ative autenticação em duas etapas e mantenha os aplicativos atualizados.
- Modelos compatíveis com ecossistemas de automação incluem Samsung Galaxy S24 FE 5G, Galaxy A36 5G e Galaxy A16, que costumam oferecer integração mais fluida.
- Controles universais inteligentes, como Intelbras IZY Connect, Elgin Smart Home e Positivo Casa Inteligente All-In-One, ajudam a acionar aparelhos antigos por Wi-Fi ou infravermelho.
O smartphone deixou de ser apenas ferramenta de mensagens para ser o centro de uma casa conectada. Em 2025, a automação doméstica no Brasil tornou o celular o controle remoto universal de ambientes, acendendo luzes, regulando temperatura e acionando câmeras.
A experiência começa simples, com uma lâmpada ou tomada. Com o tempo, sistemas passam a conversar entre si, identificam rotinas e permitem personalização de acordo com o perfil do usuário, tudo via apps como SmartThings, Google Home ou Alexa.
A soma de conectividade estável, apps bem desenvolvidos e padrões comerciais facilita a interoperabilidade entre marcas. Assim, é possível controlar equipamentos de diferentes fabricantes por meio de um único aplicativo.
Compatibilidade entre ecossistemas
Pelo celular, é viável ligar TVs compatíveis, ajustar iluminação e criar cenas para leitura, relaxamento ou sono. Câmeras internas exibem imagens em tempo real e notificações de movimento podem chegar ao celular.
Tomadas programam eletrodomésticos para horários específicos e o ar-condicionado pode ser ligado à distância. A integração depende de Wi-Fi, Bluetooth ou Zigbee, conectando dispositivos de várias marcas.
Assistentes virtuais simplificam tarefas por voz, tornando a automação mais acessível para famílias com crianças ou idosos. O foco é reduzir a necessidade de controles separados.
Organização e segurança
Com mais dispositivos, cresce a necessidade de boas práticas de segurança. Manter apps organizados em uma pasta facilita o uso diário, e selecionar apenas notificações relevantes evita ruídos.
Rotinas prontas reduzem comandos manuais e fortalecem a eficiência do sistema. Medidas básicas incluem rede Wi-Fi protegida, autenticação em duas etapas e atualizações constantes de apps.
Opções de mercado e compatibilidade de hardware
Não é preciso ter smartphone topo de linha para tirar proveito da automação. Modelos com integração nativa às plataformas de automação costumam oferecer experiência mais fluida.
Entre opções com boa compatibilidade, destacam-se aparelhos de entrada com conectividade avançada. Usuários podem escolher modelos com diferentes níveis de integração para acompanhar o nível de automação desejado.
Controladores que ampliam o alcance
Dispositivos não conectados diretamente podem ser integrados via controles universais inteligentes. Pontes como Intelbras IZY Connect, Elgin Smart Home e Positivo Casa Inteligente All-In-One acionam TVs, som e climatizadores antigos.
Esses controles utilizam Wi-Fi e infravermelho, centralizando a operação em um único app e evitando reformas. A solução amplia o alcance da automação sem investimentos elevados.
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