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Tecnologia de consumo: exemplos de produtos e empresas da categoria

Dispositivos e serviços diários, de smartphones a plataformas de streaming, moldam o mercado de consumo sob liderança de Apple, Google e Samsung

Tecnologia de consumo vai além de aparelhos: inclui também plataformas e soluções digitais voltadas ao uso pessoal (Imagem: Divulgação/Spotify)
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  • Tecnologia de consumo reúne produtos e serviços usados no dia a dia, como smartphones, notebooks, TVs, apps e plataformas conectadas.
  • A expressão ganhou força nos anos 2000 com smartphones, internet móvel e serviços digitais, expandindo para softwares e plataformas online.
  • Caracteriza‑se pelo uso pessoal, facilidade de uso, conectividade, mistura de hardware e software e disponibilidade no varejo.
  • Exemplos incluem smartphones, PCs, periféricos, apps, redes sociais, plataformas de streaming, casa conectada, dispositivos de realidade virtual e assistentes virtuais.
  • Empresas relevantes incluem Apple, Google, Samsung, Meta, Amazon e Microsoft, entre outras que atuam em hardware, software e serviços.

A tecnologia de consumo reúne os dispositivos e serviços usados diariamente pelo público. Da prática em smartphones a plataformas de streaming, o mercado é liderado por grandes empresas globais.

Ela inclui hardware e software: celulares, notebooks, TVs, apps, assistentes virtuais e serviços online que se conectam a esses aparelhos. O objetivo é facilitar tarefas do dia a dia com produtos fáceis de usar.

A expressão ganhou força no início dos anos 2000, com a popularização dos gadgets pessoais e da internet móvel. Desde então, evoluiu para abarcar também serviços digitais.

Como surgiu

A tecnologia de consumo teve início com rádios, TVs e tocadores de música no século XX. Esses itens inauguraram uma nova relação entre público e tecnologia, tornando-a mais acessível.

Nos anos 2000, smartphones e internet móvel promoveram a virada. O conceito não se restringe a aparelhos físicos, expandindo-se para softwares e plataformas online.

O que caracteriza

O uso é pessoal e cotidiano, atendendo a necessidades como comunicação e entretenimento. Acessibilidade, interface simples e conectividade são pilares.

A mistura de hardware e software é comum, com dispositivos que funcionam sozinhos ou conectados. A disponibilidade no varejo, em diferentes faixas de preço, também é típica.

Exemplos de produtos

Smartphones e PCs compõem o hardware de consumo, incluindo iPhones, Android e notebooks. Periféricos como fones, mouses e webcams complementam o uso.

Softwares e apps vão de navegadores a plataformas de banco e redes sociais. Plataformas de streaming, como Netflix, concentram conteúdo sob demanda.

Casa conectada reúne lâmpadas, câmeras e assistentes virtuais. Dispositivos de realidade virtual ampliam experiências imersivas.

Plataformas de mobilidade, como serviços de entrega e carros elétricos, aceleram a locomoção. Assistentes virtuais com comandos de voz ajudam no dia a dia.

IA generativa, como o ChatGPT, também entra na lista, produzindo textos e imagens com base em dados.

Empresas envolvidas

Apple lidera com iPhone, iPad e Apple Watch; Google atua com Android, Pixel e Nest. Samsung oferece Galaxy e TVs; Amazon, Alexa e Fire TV.

Outras marcas relevantes incluem Microsoft (Surface, Windows), Xiaomi ( smartphones, wearables), Sony (PlayStation) e LG (Smart TVs e eletrodomésticos conectados).

Diferença para TI

Tecnologia de consumo mira o uso direto pelo público, com dispositivos e serviços para o dia a dia. Já TI envolve ambientes corporativos, redes, bancos de dados e segurança digital.

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