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Avaliação Klipsch The Fives II: desempenho, som e design

Análise aponta The Fives II como opção musical superior a baixo custo, com HDMI eARC, Wi‑Fi e streaming; desempenho em cinema não substitui soundbar

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  • Klipsch The Fives II são caixas de estante voltadas para música, com bom desempenho por menos de US$ 1,5 mil, mas não substituem um conjunto de cinema com som surround.
  • O conjunto inclui dois alto-falantes pesados (principal 18,2 lb; secundário 15,5 lb) com woofers de Jet Cerametallic.
  • Conectividade ampla: óptico, HDMI com eARC, USB-C, USB-A, RCA, Bluetooth e Wi‑Fi; há porta para subwoofer.
  • Suporte a recursos sem fio como Tidal Connect, Apple AirPlay 2 e Google Cast; app Klipsch facilita mudanças de porta, ajustes de equalização e lip-sync.
  • Em música, o desempenho é excelente; para filmes e jogos, o HDMI 2.1 com eARC ajuda, mas o conjunto não substitui uma barra de som dedicada para cinema.

A Klipsch lançou The Fives II, uma atualização dos seus alto-falantes de estante. O modelo mantém o foco em áudio musical de qualidade, mas inclui novidades voltadas a conectividade e usabilidade para uso em PCs, desktops e em salas de estar. O dispositivo é apresentado como opção de mercado abaixo de US$ 1.500, com desempenho destacado para música e desempenho sólido para cinema e jogos, dentro do seu porte.

A revisão aponta que o conjunto mantém a construção robusta, com a unidade principal pesando 18,2 kg e a secundária 15,5 kg. Os alto-falantes utilizam woofers com construção Jet Cerametallic, visando fidelidade sonora. A proposta é atender tanto amantes de música quanto quem busca som para home theater em formatos two‑channel.

Conectividade e controles

Os alto-falantes oferecem uma variedade de portas: óptica, HDMI com suporte a eARC, USB‑C, USB‑A, RCA, analógica, Bluetooth e Wi‑Fi. Há ainda uma entrada para subwoofer, cuja necessidade varia conforme a reprodução musical. A conectividade Wi‑Fi permite Tidal Connect, Apple AirPlay 2 e Google Cast, com reprodução contínua mesmo ao mudar de dispositivos.

A mudança de interface de conexão foi destacada: em vez de um grande dial, agora há botões de seleção com código de cores para cada porta. A prática facilita a identificação, embora no início seja preciso associar a cor ao port. O aplicativo Klipsch Connect facilita a troca de portas, com rótulos claros na interface.

Uso diário e ajustes

O app permite ajuste de equalização e certas configurações adicionais. Um recurso valorizado é a correção de lip‑sync, que ajuda a sincronizar o áudio com o vídeo em conteúdos via HDMI. O controle remoto continua disponível, mas a navegação também pode ser feita pelo app no celular, com dois botões de entrada personalizáveis.

Desempenho musical e limitações

Em testes musicais, a reprodução apresenta textura e presença de timbres, com guitarras e batidas bem definidas em faixas diversas. Em faixas de estúdio e rock clássico, o som tende a ficar mais claro em médios e agudos, mantendo potência sem exagero de grave. Em certas composições vocais, alguns picos de timbre podem soar mais finos em comparação com modelos de referência mais caros.

Para cinema e jogos, a porta HDMI 2.1 com eARC justifica o investimento, ainda que não substitua um sistema dedicado de som surround. Em filmes de ação, os impactos e efeitos sonoros aparecem com clareza, embora não substituam o efeito imersivo de setups multicanal completos. Em jogos, a direção de sons espaciais é adequada, porém menos envolvente do que soluções com várias unidades de alto-falante.

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