- A brasileira Millena Bispo, moradora de Dallas, Texas, mostrou entrega de fralda por drone nos EUA em vídeo que viralizou.
- A entrega foi rápida, com duração de pouco mais de cinco minutos desde a saída do drone até a chegada em casa; o serviço funciona das oito horas até cerca de 22h30.
- O pedido custa cerca de nove dólares, com frete grátis para compras acima de cinco dólares; a fralda em questão atingiu esse valor.
- Millena utiliza o serviço duas a três vezes por semana, aproveitando itens que cabem no drone, como fraldas e, se necessário, leite.
- O vídeo alcançou mais de 1,3 milhão de visualizações, gerando comentários variados sobre a novidade e a percepção de que o serviço é comum na região.
Millena Bispo, brasileira que vive em Dallas, Texas, mostrou uma entrega de fralda por drone em um vídeo que viralizou. O material alcançou mais de 1 milhão de visualizações. Ela afirma que a prática já virou rotina no seu dia a dia.
A entrega ocorreu na cidade de Dallas, nos EUA, onde o serviço de drone para compras funciona há algum tempo. Millena descreve a experiência como rápida, com o drone chegando em cerca de cinco minutos após o decolamento.
Segundo a criadora de conteúdo, a entrega é gratuita acima de 5 dólares. A fralda, que custou cerca de 9 dólares, não gerou custo adicional. O trajeto pode ser rastreado pelo aplicativo.
Millena utiliza o serviço com frequência desde que passou a operar na região. Ela diz que é rápido e prático, permitindo evitar deslocamentos. O uso ocorre cerca de duas ou três vezes por semana, para itens que cabem no drone.
Repercussão e funcionamento
O vídeo foi publicado no Instagram e atingiu mais de 1,3 milhão de visualizações. A criadora comenta que havia gravado por brincadeira e não esperava tamanho alcance.
A usuária relata que o serviço funciona das 8h até aproximadamente 22h30. Ela aponta que há limites de peso, mas itens que cabem no drone costumam ser entregues rapidamente, inclusive itens como leite durante a noite.
Comentários online variaram entre surpresa e brincadeiras. Muitos destacaram a ideia como futurista, enquanto outros questionaram a aplicação no Brasil, citando possíveis problemas com furto ou danos.
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