- O texto aborda minimização de itens de tecnologia e destaca a importância de manter cabos, adaptadores e dongles que ainda podem ser úteis.
- Cables USB‑A para USB‑C continuam relevantes, pois nem todos dispositivos com USB‑C se carregam apenas com cabo USB‑C–para–USB‑C.
- O cabo microUSB permanece útil, já que muitos dispositivos baratos ainda o utilizam.
- Recomenda manter cordões de alimentação específicos, como C7 e C13, além de cabos Ethernet de comprimentos variados e até a possibilidade de fazer seus próprios cabos.
- Outros itens úteis são módulos de boost USB‑C, cabos multi‑carregamento, adaptadores USB‑C/USB‑A e um medidor de energia USB; no fim, eles ficam com o autor diante de uma eventual necessidade.
O texto descreve uma fase de minimização de itens de tecnologia, com foco em cabos, adaptadores e dongles. O autor admite acumular itens considerados úteis “um dia” e avalia o que manter ou descartar. A ideia central é encontrar equilíbrio entre organização e utilidade real.
O relato acompanha a reflexão sobre a utilidade de acessórios antigos diante da evolução tecnológica. O autor pratica uma triagem em caixas e gavetas, separando o que continua útil do que pode ser descartado de forma consciente.
USB-A-to-USB-C cables
Apesar da promessa de USB-C universal, muitos aparelhos com porta USB-C não carregam com cabos USB-C para USB-C. Em muitos casos, o dispositivo vem com cabo USB-A para USB-C, indicando limitações de compatibilidade de carregamento.
A necessidade de um cabo USB-A para USB-C permanece, acompanhada de um carregador compatível. O texto recomenda manter esse tipo de cabo à mão para situações de compatibilidade mantida pelo fabricante.
The microUSB cable
O micro USB ainda existe em dispositivos mais simples, como power banks econômicos. Apesar de ser incômodo e propenso a falhas, ter um cabo USB-A para micro USB continua sendo uma prática útil.
Mesmo com obsolescência parcial, a presença do cabo de recarga USB-A para micro USB é considerada uma solução prática para determinados aparelhos.
Power cords
Com a migração para carregadores USB, os cabos de alimentação tradicional perdem espaço, mas não devem ser descartados. Recomenda-se manter um C7 e um C13 para usos variados.
A dica é deixar à mão cabos de diferentes comprimentos e tipos de tomada, evitando desperdício de itens que ainda atendem a necessidades específicas.
Ethernet cable
Conexões com fio mantêm relevância em determinadas situações, como configuração de câmeras de segurança. É aconselhável ter cabos Ethernet de vários comprimentos, para flexibilidade em setups.
Caso haja demanda, o texto sugere até a aquisição de uma bobina de cabos, conectores e uma ferramenta de crimpagem RJ45 para montagem própria.
Those DC wall warts
Apesar de chargers USB dominarem, existem carregadores DC para aparelhos como telefones sem fio e roteadores. A presença de uma solução universal pode reduzir o número de adaptadores.
A recomendação é considerar uma solução multifuncional para reduzir a quantidade de carregadores desconectados.
USB dock
A ausência de slots em alguns dispositivos faz a necessidade de docks USB seguir presente. O autor mantém alguns modelos como reserva para ampliar ports disponíveis de forma prática.
A prática de ter um dock USB ao alcance facilita a conexão de periféricos como SD/microSD, Ethernet e portas adicionais.
Other useful bits and bobs
Itens úteis vão além do tamanho e custo. Dicas incluem módulos de boost USB-C para saída de até 20 V, cabos de carregamento múltiplo que substituem várias opções, adaptadores USB-C/USB-A para emergências e medidor de energia USB para conferir funcionamento.
A seção encerra destacando que, mesmo diante do receio de precisar de um cabo no futuro, a configuração atual pode evitar contratempos em situações pontuais.
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