- O SPIW promoveu atividades no CEU Heliópolis neste sábado, 16, com drones, robôs humanoide e canino, além de oficinas de fotografia e podcasts.
- Crianças, jovens e adultos participaram de palestras, oficinas e ativações, incluindo uma câmara escura para light-painting, conectando analógico e digital.
- O projeto Caminhos da Luz, que trabalha fotografia, animação e inclusão digital, destacou a importância de levar tecnologia para a periferia e criar intercâmbio com o centro.
- Luís Labriola, da ARKx, apresentou a instalação Tarsila XR, que usa realidade estendida para explorar obras de Tarsila do Amaral.
- A organização enfatizou a necessidade de mobilização comunitária para levar projetos tecnológicos às periferias, dialogando com lideranças locais.
No sábado, 16, o CEU Heliópolis recebeu atividades do SPIW, o São Paulo Innovation Week. Drones, robôs e oficinas criativas envolvem crianças, jovens e adultos, com foco em aprendizado prático e aproximação com tecnologia. O evento é promovido pelo Estadão em parceria com Base Eventos.
As atividades aconteceram nas áreas externas do CEU, com demonstrações de robô canino e humanoide. Oficinas de fotografia, podcast e light-painting atraíram público que participa de forma aberta e lúdica, explorando novas possibilidades tecnológicas.
André Gustavo, coordenador do Caminhos da Luz, explica que a proposta visa levar tecnologia para a periferia e fortalecer a inclusão digital por meio de 15 módulos de aprendizado. O curso já formou 25 de 50 participantes com trabalhos de conclusão.
Contexto e propostas
O coletivo enfatiza o intercâmbio entre técnicas analógicas e digitais. Em uma ativação, o público usa uma câmara escura para produzir fotos em light-painting e registrá-las em formato audiovisual, com material disponibilizado aos participantes.
Luís Labriola, da ARKx, destaca a instalação Tarsila XR, que usa realidade estendida para aproximar obras de arte de artistas brasileiros, ampliando o contato com a cultura por meio da tecnologia. O objetivo é promover experimentação imersiva.
Os organizadores ressaltam a importância de levar iniciativas para as periferias, ressaltando o desafio de mobilizar participação local e articular parcerias com lideranças comunitárias. A ideia é manter o diálogo entre centro e periferia.
Ponto de chegada e impactos
Participantes de várias idades interagem com drones, plataformas de robótica e recursos visuais, demonstrando curiosidade e engajamento com o espaço de aprendizagem. O SPIW NAS PERIFERIAS permanece como eixo de divulgação de inovação acessível.
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