- Taís Araújo revelou o desafio de criar os filhos na era digital e a sensação de não ter controle completo sobre o ambiente online.
- Ela é mãe de João Vicente, de 14 anos, e Maria Antônia, de 11, frutos do casamento com Lázaro Ramos.
- A atriz destacou que, apesar de aplicativos de monitoramento, não há segurança total na internet.
- O diálogo dentro de casa é apontado como principal ferramenta para combinar proteção, autonomia e orientação aos filhos.
- Taís contou que a filha mais nova ainda não tem celular, mas já se comunica por meio do celular de outra pessoa, o que mostra o vocabulário digital da nova geração.
Taís Araújo abriu o diálogo sobre a criação de filhos na era digital durante o Festival LED Globo. A atriz destacou as dificuldades de monitorar o que chega aos jovens pela internet e a sensação de falta de controle mesmo com ferramentas de proteção. Ela é mãe de João Vicente, 14, e Maria Antônia, 11, filhos do casamento com Lázaro Ramos.
A artista afirmou que a segurança online nunca é total, mesmo com aplicativos de controle. Ela descreveu a tecnologia como apavorante e disse que a luta para manter o ambiente virtual sob certo controle é inglória. O depoimento foi publicado pela imprensa durante o evento.
Para Taís, o principal cuidado não está apenas na parte tecnológica, mas na construção de confiança em casa. Ela defende um diálogo claro e direto com as crianças para que compreendam os reais riscos da internet e aprendam a lidar com eles.
O diálogo como ferramenta principal
A atriz ressaltou que conversar abertamente é essencial para que os filhos entendam os perigos da rede. Ela enfatizou a necessidade de tratar os temas de modo direto, sem ambiguidades, para que haja compreensão real.
Especialistas em educação e saúde mental acompanham a linha de pensamento de Taís, destacando que a relação entre proteção, autonomia e orientação é crucial no desenvolvimento de crianças e adolescentes diante do acesso precoce a conteúdos online.
Taís também comentou o cotidiano digital da família. Ela contou que a filha mais nova ainda não tem celular próprio, mas utiliza o aparelho de terceiros para se comunicar, o que a surpreende pelo domínio da linguagem adotada pelos jovens.
Ela brincou ao mencionar o “dialeto” da nova geração: mesmo sem smartphone, a filha usa dispositivos alheios para falar com os pais, gerando situações que a mãe avalia como aprendizado mútuo. A narrativa evidencia o equilíbrio entre humor e preocupação na parentalidade contemporânea.
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