- Levantamento com mais de 2.500 entrevistados mostra que 84% dos jovens da Geração Z admitem assistir filmes ou séries durante o expediente remoto.
- A prática, associada ao trabalho remoto, pode ter relação com continuidade do hábito e não apenas com distração.
- A Gen Z é entre as que mais voltam voluntariamente ao escritório, mas o streaming no trabalho não desapareceu; apenas mudou de significado.
- Para muitos jovens, assistir a séries ou deixar um filme rodando funciona como ruído branco, ajudando a manter o cérebro estimulado em atividades repetitivas.
- No remoto e no híbrido, os limites entre trabalho e entretenimento ficaram mais borrosos, e o streaming passou a ocupar esse espaço.
Os jovens da Geração Z estão voltando parcialmente ao trabalho presencial, mas continuam a usar streaming no expediente. O período ainda não é especificado, porém um levantamento com mais de 2.500 entrevistados aponta esse histórico no ambiente corporativo.
Segundo o estudo, 84% dos participantes admitem assistir filmes ou séries durante o expediente remoto. A prática não é vista apenas como distração, mas também como forma de manter o ritmo de trabalho.
A pesquisa aponta que o streaming ganhou lugar enquanto limites entre casa e trabalho ficaram mais difusos com o home office. Para parte dos respondentes, o hábito funciona como estímulo durante tarefas repetitivas.
Entre os entrevistados, a maioria confirmou que o uso persiste mesmo com retorno gradual ao escritório. A mudança envolve apenas o significado do streaming no dia a dia profissional, não o abandono total dessa prática.
Streaming como ruído branco
Para muitos jovens, manter um fundo audiovisual ajuda a manter a concentração em atividades monótonas. O ônus ou bônus dessa abordagem ainda é objeto de debate entre especialistas ouvidos no estudo.
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