- Pesquisa com trabalhadores de aplicativo ouviu 951 pessoas no Brasil sobre transparência e suporte das plataformas.
- 61,3% disseram que faltam informações sobre valores, taxas e critérios de bloqueio; 33,8% concordaram em parte; 4,9% avaliaram que há muita transparência.
- Sobre o suporte, 32,7% consideraram muito ruim e 29,3% ruim; 25,6% neutro; 11,1% boa e 1,3% muito boa.
- 66,6% trabalham no setor por necessidade e 33,4% por opção.
- A pesquisa é da GigU, ferramenta que funciona como um copiloto inteligente para esse público.
Uma pesquisa realizada pelo GigU com motoristas e entregadores de aplicativos no Brasil questiona a transparência e o suporte das plataformas. O levantamento ouviu 951 pessoas, com o objetivo de mapear condições de trabalho no setor.
Entre os entrevistados, 61,3% avaliam como insuficientes as informações sobre valores, taxas e critérios de bloqueio. Outros 33,8% concordaram em parte com essa observação, e apenas 4,9% avaliam que há muita transparência.
No que diz respeito ao suporte das plataformas, 32,7% consideraram muito ruim e 29,3% ruim. A visão neutra apareceu em 25,6%, enquanto 11,1% classificaram como boa e 1,3% como muito boa.
Além disso, 66,6% dos trabalhadores afirmaram atuar no setor por necessidade, enquanto 33,4% disseram trabalhar por opção.
Principais resultados
A pesquisa do GigU destacou que a percepção de transparência e de suporte varia entre quem atua como motorista ou entregador, com maior parte dos respondentes apontando necessidade de informações mais claras. A amostra, representativa do segmento, reforça demanda por maior clareza em critérios de remuneração e critérios de bloqueio das plataformas.
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