Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Digissexualidade: como o digital transforma relacionamentos

Digissexualidade e IA redefinem intimidade: vínculos com assistentes virtuais ganham espaço, enquanto a busca por diálogos diretos cresce

Pesquisas mostram que a tecnologia está cada vez mais presente na vida afetiva - (crédito: Jakub Zerdzicki/Freepik)
0:00
Carregando...
0:00
  • Digissexualidade descreve relações afetivas e sexuais mediadas pela tecnologia; a ideia abrange desde uso de recursos digitais até a tecnologia ser o principal meio de conexão emocional.
  • Uma tendência para 2026 é o “AI situationship”, vínculos emocionais com inteligências artificiais usados como espaços de conversa, acolhimento e experimentação, sem necessariamente substituir relacionamentos humanos.
  • Pesquisa da Universidade de Manitoba aponta que cerca de 17% dos jovens adultos já estabeleceram algum vínculo emocional com sistemas de IA, em apps de conversa ou experiências de realidade virtual.
  • Plataformas de relacionamento indicam queda de interesse em sinais confusos e relacionamentos indefinidos, com foco em conversas diretas, expectativas claras e disponibilidade emocional.
  • A IA surge como aliada, sugerindo descrições de perfis, seleção de fotos e atividades para encontros, integrando-se à experiência de digissexualidade e levantando questões sobre o papel da IA no amor futuro.

O conceito de digissexualidade ganha fôlego à medida que a tecnologia se inova nos relacionamentos. Pesquisadores associam experiências afetivas mediadas pela tecnologia a uma nova forma de vínculo emocional e sexual.

O termo foi criado por Neil McArthur e Markie Twist para descrever a presença relevante de recursos digitais na vida íntima das pessoas. Em alguns casos, a tecnologia se torna o principal canal de conexão emocional.

A discussão ocorre em meio ao crescimento de chatbots e assistentes virtuais, que acrescentam uma dimensão prática às interações afetivas, ampliando possibilidades de companionship e experimentação emocional.

Quando a IA deixa de ser apenas ferramenta

Plataformas de relacionamento apontam para a era dos “AI situationship”, vínculos com inteligências artificiais como espaço de conversa e acolhimento. Não substituem relacionamentos humanos, mas oferecem opção de companhia.

Aplicativos de IA permitem diálogos longos, prática de conversas difíceis e apoio emocional. Segundo a Universidade de Manitoba, cerca de 17% dos jovens já relataram vínculos emocionais com IA.

Paralelamente, usuários de apps de relacionamento buscam clareza na comunicação. Relatórios indicam queda de interesse em sinais confusos e jogos emocionais, com perfil informando objetivos desde o início.

Ferramentas de IA também aparecem como aliadas, sugerindo descrições de perfil, seleção de fotos e sugestões de atividades para encontros, integrando-se à experiência de muitos usuários.

A digissexualidade ainda é tema em construção e envolve dúvidas sobre o papel da IA nas emoções e nos vínculos. Pesquisas buscam entender até onde essa presença pode evoluir nas relações futuras.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais