- Em eventos globais como a Copa do Mundo de 2026, criminosos exploram emoção, urgência de compra e alto volume de transações para golpes, tanto virtuais quanto presenciais.
- No ambiente virtual, há phishing com transmissões ao vivo falsas, ofertas fraudulentas e promessas de ganhos em apostas.
- No ambiente físico, bares e restaurantes com muita gente aumentam o risco de furto de celular e golpes em maquininhas, incluindo troca de cartões e QR Codes falsos.
- Dicas práticas: manter o celular junto ao corpo, usar limites diários de pagamentos e transferências, ativar o modo protegido e cadastrar locais seguros.
- Outras orientações: registrar o IMEI, ativar autenticação em dois fatores, usar carteiras digitais, ficar atento ao alerta Pix e bloquear serviços em caso de roubo, sem esquecer de manter o e-mail deslogado no celular.
À medida que a Copa do Mundo 2026 atrai torcedores a bares, estádios e plataformas digitais, cresce o risco de golpes financeiros. Especialistas destacam que tanto no ambiente físico quanto virtual criminosos exploram a emoção da torcida, a urgência de comprar ingressos e o volume de transações.
Ana Leda Tavares, da área de prevenção a fraudes do Itaú Unibanco, explica que megaeventos globais criam fácil cenário para engenharia social digital. Em transmissões ao vivo, mensagens falsas e promessas de ganhos em apostas falsas ganham força durante a competição.
No ambiente virtual, golpes aparecem em redes sociais e apps de mensagens. Ofertas enganosas, links de phishing e transmissões falsas prometem conteúdos gratuitos ou vantagens que não existem, levando usuários a inserir dados confidenciais.
No mundo físico, bares e restaurantes lotados elevam o risco de furto de celular e fraudes em maquininhas. Troca de cartões, visor apagado e QR Codes desviados são estratégias comuns para obter dados ou valores indevidos.
Cuidados práticos
- Mantenha o celular junto ao corpo, em bolso frontal com zíper ou doleira, evitando manuseio constante em locais movimentados.
- Defina limites de transações diárias, reduzindo valores permitidos para pagamentos e transferências.
- Ative o modo protegido para cadastrar locais seguros e limitar transações fora deles.
- Anote o IMEI do aparelho e ative a autenticação em dois fatores nos apps bancários.
- Prefira carteiras digitais com pagamentos por aproximação para evitar entrega de cartões a terceiros.
- Fique atento ao alerta Pix: notificações em tempo real ajudam a pausar transferências atípicas.
- Em caso de roubo, peça bloqueio imediato à operadora e ao banco.
- Desconecte o e-mail do celular para recuperação de senhas, evitando que recuperação seja explorada.
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