O setor financeiro brasileiro avança com ativos digitais, como a tokenização e o Real digital DREX, em piloto conduzido pelo Banco Central. A iniciativa busca ampliar segurança, eficiência e possibilidades de uso no cotidiano das transações.
O DREX é uma moeda digital programável que pode liquidar pagamentos e transferências de propriedade de forma concomitante. No projeto, o BV atua na segunda fase do piloto, envolvendo o BC no desenvolvimento de casos de uso para contratos inteligentes.
Além de veículos, o DREX promete aplicações em imóveis e transações internacionais. A tokenização, por sua vez, representa ativos de forma segura, fragmentável e rastreável, abrindo novas possibilidades operacionais para o mercado.
Tokenização
A tokenização é apresentada como central na inovação, com tokens programáveis e interoperáveis que executam tarefas específicas e monitoram transações, aumentando a confiabilidade e reduzindo custos em distintos setores.
Segundo Tathy Brait, do BV, a tecnologia permite rastreabilidade e eficiência, abrindo espaço para novas soluções tecnológicas e maior controle sobre operações financeiras. O uso de ativos digitais é visto como parte de uma transformação contínua.
Dados globais apontam o crescimento do tema, com mais de 130 projetos de moedas digitais em desenvolvimento mundialmente. Ainda segundo fontes, a partir de 2025 até 10% dos valores mobiliários no Brasil devem estar tokenizados.
O BV afirma estar preparado para liderar essa transformação, desenvolvendo produtos que atendam às demandas atuais e às futuras, enquanto o mercado financeiro brasileiro passa por uma mudança histórica no modo de tratar ativos digitais.
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