Michael Jackson, o icônico “Rei do Pop”, continua a gerar receitas impressionantes mesmo 16 anos após sua morte, ocorrida em 25 de junho de 2009. Em 2024, o espólio do cantor faturou cerca de US$ 300 milhões, impulsionado pela venda de parte de seu catálogo musical para a Sony por US$ 600 milhões e pelo sucesso do musical “MJ: The Musical”.
O legado financeiro de Jackson, que já soma mais de US$ 3,3 bilhões, é resultado de uma gestão estratégica que explora diversas fontes de receita. Os direitos musicais e royalties, provenientes da reprodução de suas canções em plataformas digitais, rádios e comerciais, são fundamentais. O musical da Broadway, “MJ: The Musical”, gera cerca de US$ 6 milhões por semana, enquanto shows do Cirque du Soleil e produtos licenciados também contribuem significativamente.
Além disso, o espólio administra propriedades e investimentos deixados por Michael, ampliando ainda mais seu patrimônio. O cantor, que lançou cerca de 10 álbuns solo, vendeu mais de 750 milhões de discos globalmente, consolidando sua posição entre os artistas mais vendidos da história. Seu catálogo musical é avaliado em mais de US$ 1,2 bilhão.
A trajetória de Jackson começou com o grupo Jackson 5, que lançou sucessos como “I Want You Back” e “ABC”. O grupo, pioneiro na representação de artistas negros na cultura pop, vendeu cerca de 100 milhões de discos e foi reconhecido com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Após sua morte, a herança de Jackson foi estruturada para maximizar seus ativos, com parte dos lucros destinada a seus filhos e instituições de caridade, conforme seu testamento.
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