O Brasil registrou um aumento alarmante da fome, com 33,1 milhões de pessoas afetadas em 2022, conforme dados da PNADC. O país, que havia saído do Mapa da Fome em 2014, voltou a figurar nessa lista entre 2019 e 2021. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou a saída do Brasil do Mapa da Fome em 2024, destacando a redução para 8,7 milhões de pessoas em 2023.
Durante a 2ª reunião plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Lula fez uma declaração contundente: “Num governo que tem gente passando fome, tem que decapitar o presidente”. Ele se emocionou ao relembrar momentos de sua própria fome e criticou a gestão anterior, que permitiu tal situação. O presidente também mencionou que é mais fácil resolver questões comerciais com os Estados Unidos do que a fome no Brasil.
Lula expressou seu descontentamento com a forma como o tarifaço imposto por Donald Trump ofuscou a divulgação da saída do Brasil do Mapa da Fome. Ele afirmou que, em função da taxação, não houve celebração adequada. O presidente fez uma ligação ao presidente da FAO, Qu Dongyu, para compartilhar a boa notícia e se mostrou otimista com os dados futuros, prevendo melhorias significativas nos anos de sua gestão.
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