O governo dos EUA, sob a liderança de Donald Trump, intensifica sua intervenção no setor tecnológico, destacando-se o recente acordo com a Intel. Em uma postagem no Truth Social, Trump manifestou apoio a mais acordos semelhantes, sugerindo que o investimento do governo na Intel é apenas o começo. Kevin Hassett, conselheiro econômico de Trump, afirmou que “em algum momento haverá mais transações, se não nesta indústria, em outras”.
O impacto no mercado foi imediato, com as ações da Intel subindo após o anúncio do acordo. Contudo, a empresa alertou em um comunicado que o relacionamento com a administração Trump poderia gerar “reações adversas” de investidores e governos estrangeiros. A preocupação é válida, considerando que a China já orientou suas empresas a evitarem chips da Nvidia devido a um acordo de compartilhamento de receitas com Washington.
Ameaças de Tarifas
Trump também ameaçou impor tarifas de 200% sobre produtos chineses relacionados a terras raras, caso Pequim restrinja exportações de ímãs. Essa medida é vista como um sinal de que o presidente busca um acordo rápido com a China. Além disso, ele anunciou que países com impostos sobre serviços digitais enfrentarão “tarifas substanciais” e restrições na exportação de chips.
Mudanças na Administração
Em um movimento inesperado, Trump demitiu a governadora do Fed, Lisa Cook, alegando “causa suficiente” para a ação. Cook contestou a demissão, afirmando que não há base legal para tal decisão. Essa mudança gerou incertezas no mercado, com os principais índices de ações dos EUA apresentando queda.
Enquanto isso, os EUA e a Coreia do Sul firmaram acordos significativos, incluindo investimentos bilionários e compras recordes de aviação. Trump destacou a importância da colaboração entre os países, afirmando que ambos se beneficiam mutuamente.
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