Calabria conquistou seu primeiro DOCG, o Cirò Classico, tornando-se a 78ª região da Itália a obter essa certificação. O Cirò DOC ainda existe, mas sem a subzona Classico, que agora possui regras específicas, como a exigência de 90% de Gaglioppo na composição.
A Altesino, uma renomada vinícola, planeja lançar uma nova safra de Rosso di Montalcino Montosoli em 2026. Este movimento visa elevar a qualidade dos vinhos Rosso da região, seguindo a tradição que começou na década de 1970. A iniciativa reflete um esforço conjunto do consórcio regional e dos produtores.
Disputa sobre Gran Selezione
Recentemente, surgiu uma disputa entre Chianti e Chianti Classico sobre o uso do termo “Gran Selezione”. O Chianti DOCG propôs a criação de um nível de qualidade semelhante ao do Chianti Classico, que já utiliza o termo desde 2014. Além disso, o Chianti propôs a criação da subzona Terre di Vinci e a redução do percentual mínimo de Sangiovese de 70% para 60%.
Aposta em vinhos brancos
Em Bolgheri, um debate crescente destaca a importância dos vinhos brancos, tradicionalmente menos valorizados na região. Vinícolas estão investindo mais na produção de brancos, especialmente os feitos com Vermentino. O enólogo Luca Marrone, da Grattamacco, mencionou que a demanda por esses vinhos tem aumentado significativamente.
Novas Gran Selezione da Antinori
A vinícola Antinori lançou três novas Gran Selezione Chianti Classico, totalizando quatro rótulos. As novas propriedades incluem Buiano, Villa Cigliano e San Sano, refletindo um retorno às raízes da vinícola na região. A empresa busca explorar o potencial do Chianti Classico, conforme destacou Allegra Antinori.
Previsões para a safra de 2025
A previsão para a safra de 2025 na Itália aponta para uma recuperação, com um aumento de 8% na produção, totalizando 47,4 milhões de hectolitros. Essa recuperação coloca a Itália novamente como líder em volume de produção, superando a França, que revisou suas expectativas para baixo.
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