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Vendas do comércio eletrônico na sexta-feira negra devem crescer 17% neste ano

Black Friday 2025 no Brasil atinge R$ 11 bilhões entre 26 e 30 de novembro, 17% acima de 2024, com saúde, esporte, automotivo e beleza em destaque

Categorias de eletrodomésticos, eletrônicos e smartphones, que possuem valores médios de compra maiores, devem apresentar a maior parcela de faturamento
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O faturamento do comércio eletrônico no Brasil durante a Black Friday deste ano deve alcançar R$ 11 bilhões, refletindo um crescimento de 17% em relação ao ano anterior. A previsão abrange o período de 26 a 30 de novembro e foi divulgada pela Neotrust, com base em dados de milhões de consumidores e lojas.

As categorias que devem se destacar incluem saúde, esporte e lazer, automotivo e beleza, com medicamentos e eletroeletrônicos contribuindo significativamente para o total. Léo Homrich Bicalho, diretor de negócios da Neotrust, destacou que a Black Friday é um dos períodos mais aguardados pelos consumidores, com vendas até três vezes superiores a um dia comum.

Crescimento das Categorias

As vendas de saúde têm mostrado um crescimento expressivo, com um aumento de 72% até setembro deste ano, impulsionadas principalmente pelas canetas emagrecedoras. Este segmento registrou 2,34 milhões de unidades vendidas, totalizando R$ 3,01 bilhões, um valor 4,9 vezes maior que no mesmo período de 2024.

As categorias de eletrodomésticos, eletrônicos e smartphones devem representar mais de um terço do faturamento total, devido ao seu alto valor médio de compra. Bicalho ressaltou que a facilidade da compra online tem sido um diferencial importante para os consumidores, especialmente em um cenário de alta demanda e escassez de produtos.

Perspectivas Futuras

A Neotrust também apresentou dados do e-commerce acumulados até setembro, com um faturamento geral de R$ 282,6 bilhões, um aumento de 18% em relação ao ano anterior. O total de pedidos chegou a 934,5 milhões, representando um crescimento de 23,2%.

Para o futuro, Bicalho alertou sobre a importância da disputa judicial relacionada à queda das patentes de produtos como semaglutida e liraglutida. Essa mudança pode permitir a entrada de versões genéricas no mercado, possivelmente reduzindo os preços para os consumidores.

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