Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Demanda corporativa impulsiona venda de pacotes da Copa, revela CEO da BeFly

BeFly projeta transportar de 3.000 a 4.000 passageiros na Copa do Mundo de 2026; investe em IA e a fusão Belvitour-Flytour sustenta o grupo

Demanda corporativa vai alavancar venda de pacotes para a Copa, diz CEO da BeFly. Torre no MetLife Stadium, em Nova Jersey, que sediará a final da Copa do Mundo de 2026 no dia 19 de julho. (Bloomberg/Yuki Iwamura)
0:00
Carregando...
0:00

A Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá, promete impulsionar o turismo corporativo. A BeFly, uma das principais operadoras B2B da América Latina, prevê transportar de 3.000 a 4.000 passageiros para o evento, focando na tendência de *bleisure*, que combina viagens de negócios e lazer.

Marcelo Cohen, CEO da BeFly, destacou que a demanda será majoritariamente impulsionada por grandes empresas que enviarão grupos de incentivo corporativo. A logística será facilitada pela infraestrutura robusta dos EUA, que conta com uma boa malha aérea e opções de hospedagem. O sorteio das seleções ocorrerá em Washington, D.C., no dia 5 de dezembro, e a venda de ingressos já está em andamento.

Pacotes Completos e Inteligência Artificial

A BeFly está desenvolvendo pacotes que incluem passagens, hospedagem e ingressos para os jogos, visando atender o cliente corporativo. Além disso, a empresa investe em tecnologia, com três projetos de inteligência artificial para otimizar processos e aumentar a eficiência operacional. O CEO mencionou o lançamento do *Tourist Tech Hub*, que busca parcerias com startups de tecnologia.

A fusão entre a Belvitour e a Flytour, completada há quatro anos, fortaleceu a BeFly no mercado. A Belvitour, que faturava R$ 400 milhões, e a Flytour, com R$ 4 bilhões em receita, criaram um conglomerado que agora se destaca como o maior emissor de passagens aéreas do Brasil.

Foco no Mercado e Expansão

Cohen afirmou que a BeFly está avaliando oportunidades de expansão na América Latina, mas mantém o foco nas operações brasileiras. O grupo busca cortar custos e aumentar a rentabilidade, enquanto o segmento de turismo de luxo, representado pela Queensberry, deve crescer mais de 25% neste ano. Essa estratégia reflete uma mudança no comportamento dos consumidores, que priorizam experiências em vez de bens materiais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais