A Novonesis, resultado da fusão entre Novozymes e Chr. Hansen em 2024, se destaca no setor de biossoluções, com atuação em cerca de 30 setores industriais. Sob a liderança de Ester Baiget, a empresa já gera receitas significativas e é reconhecida por suas iniciativas em combate à crise climática. Durante a COP30, realizada no Brasil, Baiget buscou parcerias estratégicas para expandir o mercado de biossoluções, projetando um movimento de US$ 877 bilhões até 2035.
A CEO global da Novonesis, Ester Baiget, de 54 anos, visitou várias localidades no Brasil, incluindo o Paraná e Valinhos, onde a empresa possui instalações. A Novonesis, que faturou 3,9 bilhões de euros em 2024, tem metas ambiciosas de crescimento orgânico de até 9% ao ano até 2030 e uma margem EBITDA ajustada de 39%. O Brasil é visto como um polo estratégico devido aos seus recursos e potencial humano.
Oportunidades no Brasil
Baiget enfatiza que o Brasil está em uma posição excelente para liderar o mercado de biossoluções, destacando a importância da colaboração e regulamentação para um futuro sustentável. A empresa já impacta a vida de mais de 2 bilhões de pessoas diariamente com suas tecnologias, que incluem enzimas e probióticos. Desde 2018, a Novonesis reduziu suas emissões de CO₂ em 62%, ao mesmo tempo em que aumentou sua receita em 25%.
A visita de Baiget ao Brasil também comemorou os 50 anos da presença da empresa no país. A Novonesis opera três plantas industriais e centros de P&D, e a CEO acredita que a COP30 pode trazer uma nova narrativa de esperança, integrando bioeconomia, ciência e mercado sustentável. Com mais de 10 mil colaboradores e presença em 130 países, a Novonesis está posicionada para desempenhar um papel crucial na transformação da economia global rumo a soluções mais sustentáveis.
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