WH Smith atua para recompor governança após restatização de lucros na divisão norte-americana. A empresa informou que a FCA abriu investigação formal sobre o cumprimento de regras de listagem, divulgação e transparência no Reino Unido, ligada ao erro contábil. A companhia também acionará malus e clawback para recuperar bônus não restituídos de executivos.
A restatização envolve os exercícios fiscais de 2023 e 2024. A Deloitte apurou superestimativa de lucro de até £50 milhões na divisão norte-americana. O presidente-executivo Carl Cowling deixou o cargo e a operação de rua foi vendida para TGJones, com foco renovado em aeroportos e pontos de viagens.
Investigação da FCA e planos de remediação
Andrew Harrison, diretor-executivo interino, informou que há um plano claro de remediação para fortalecer governança e controles, além da simplificação da divisão NA. A empresa revisa o portfólio InMotion e desapega de lojas de moda e comércio especializado.
A WH Smith divulgou resultados preliminares de 2025, com lucro antes de impostos de £16 milhões e custos únicos de £92 milhões. As vendas cresceram 5%, para £1,5 bilhão. O grupo divulgou que venceu o período com ajustes que impactaram o desempenho.
Contexto financeiro recente
A companhia vinha revisando previsões após o erro contábil e iniciou uma auditoria independente conduzida pela Deloitte. Em março, a rede de livrarias vendeu o negócio de alta rua, que adotou a marca TGJones sob novos donos. A ênfase atual está em aeroporto e redes ferroviárias como motores de crescimento.
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