A Diageo abriu nesta quinta-feira o Guinness Open Gate London, centro temático em Covent Garden, orçado em 73 milhões de libras (US$ 97 milhões). O espaço chega dois anos após o previsto e antecipa a chegada do novo CEO, Dave Lewis.
O local reúne microcervejaria, restaurantes, loja de presentes e bares para degustação da Guinness. Em vez de produzir a stout no local, a instalação visa fabricar cerca de 750 mil pints por ano de outras cervejas, como London porter e lager, com a Guinness sendo importada.
O espaço tem 54 mil pés quadrados e representa parte de um plano da Diageo para ampliar as vitórias da Guinness diante da concorrência de stouts, incluindo a Murphy’s. Lewis assume uma posição de liderança recém-chegada à empresa.
Além da estratégia da Guinness, o setor de bebidas enfrenta queda no consumo de álcool, com impactos esperados na arrecadação de impostos para o governo do Reino Unido nos próximos anos.
As vendas líquidas orgânicas da Guinness cresceram 13% globalmente no ano até junho, com desaceleração frente a 15% do ano anterior. Em 2024, a Guinness enfrentou alta demanda que esgotou estoques no Reino Unido.
A Guinness 0.0, versão sem álcool, tem sido bem recebida, destacando o apelo entre jovens e consumidores que evitam bebidas alcoólicas. A empresa aponta demanda crescente por opções de menor teor alcoólico.
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