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Petróleo sob pressão – impacto do ataque dos EUA à Venezuela no mercado

EUA atacam Venezuela; mudança de regime pode acelerar recuperação da produção, mas efeito no mercado global permanece limitado pelo excedente atual

Indústria petrolífera em Cabimas, perto do lago Maracaibo, descoberta na década de 1910
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Neste sábado, nas primeiras horas, relatos não confirmados indicam que Estados Unidos teriam atacado a Venezuela e capturado Nicolás Maduro. A operação seguiria em curso, sem informações oficiais consistentes até o momento. A possibilidade de instalação de uma nova liderança também é discutida entre analistas.

A pergunta central é se María Corina Machado assumiria a presidência. Caso seja empossada, a aceitação dentro do governo e das Forças Armadas ainda depende de fatores internos, com resistência potencial de setores rivais. Trabalhadores do setor petrolífero também integram esse cenário de incerteza.

Impacto imediato no petróleo

A produção venezuelana, em torno de 500 mil barris/dia, permanece num patamar muito abaixo do pico histórico. O mercado encara o episódio como uma possível reversão de regime e reajustes pontuais na oferta global, dependendo da resposta interna venezuelana.

Perspectivas de retomada

Caso haja estabilidade política rápida, a produção pode avançar nos meses seguintes, com recuperação de até 500 mil barris/dia até o fim do ano. Entretanto, resistência organizada ou atrasos na implementação podem prolongar a interrupção por períodos mais longos.

Contexto e cenário internacional

A Venezuela ainda enfrenta décadas de subinvestimento na indústria, o que dificulta recuperações rápidas. O efeito sobre o mercado dependerá da velocidade de restauração da produção e da resposta de investidores e da OPEC+. Londres, Nova York e outras praças já monitoram a evolução.

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