O CEO da Heineken, Dolf van den Brink, anunciará sua saída após seis anos no cargo e 28 de casa. Ele permanece no posto até 31 de maio e, após, atuará como consultor externo por oito meses. A empresa reagiu com queda de 4% na bolsa, para € 67,18.
A Heineken enfrenta turbulência no setor, com vendas estagnadas e revisões de guidance para baixo em 2023. O desempenho ficou abaixo de seus concorrentes, mesmo após cortes de custos e investimentos em mercados emergentes.
Desde 2020, Dolf tentou reverter a desaceleração em meio a pandemia, guerra na Ucrânia, inflação e mudanças no consumo. Em outubro, a empresa anunciou a segunda redução de guidance e planos para 2026-2030, incluindo maior foco em bebidas não alcoólicas.
O board manterá os planos de transformação com o próximo CEO. Analistas afirmam que a saída não surpreende ante o desempenho inferior aos pares. A Heineken vale cerca de € 39 bilhões; a AB InBev, € 111 bilhões, com ações 12 meses acima de 25%.
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