Europe depende cada vez mais de matérias-primas chinesas, especialmente terras-raras, fundamentais para veículos elétricos, turbinas eólicas e aeronaves. O ciclo de dependência vem se agravando ao longo dos anos.
No ano passado, Pequim restringiu exportações, provocando despertencimento entre fabricantes europeus. A União Europeia adota um viés regulatório, contrastando com ações mais diretas dos EUA para diversificar fontes.
A próxima reunião é o cúpula de minerais críticos, marcado para 4 de fevereiro, em Washington. A expectativa é definir caminhos para reduzir a vulnerabilidade europeia e ampliar alternativas.
Contexto e perspectivas
Chamam atenção os esforços europeus para ampliar cadeias de suprimento fora da China, incluindo projetos de mineração, reciclagem e parcerias com terceiros países. O objetivo é tornar a Europa menos suscetível a choques externos.
Na prática, o debate envolve custos, prazos e governança de recursos. Enquanto os EUA promovem medidas mais incisivas para acelerar a segurança de suprimentos, a UE busca equilíbrio entre regras, competitividade e transição verde.
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