O Agibank Protocolou a abertura de capital nos Estados Unidos, com listing previsto na NYSE. O ticker sugerido é AGBK. A oferta pode movimentar entre US$ 655 milhões e US$ 786 milhões, com potencial de até US$ 900 milhões se o lote suplementar for integralmente exercido. A venda envolve 43.636.364 ações ordinárias Classe A.
Os bancos coordenadores poderão exercer, por até 30 dias após o lançamento, a opção de comprar até 6.545.455 ações adicionais ao preço do IPO. Os recursos dessa etapa vão para os acionistas vendedores, não para o caixa do banco.
A operação reorganiza a estrutura societária. Os principais acionistas aportam suas participações na AGI, que emitirá 39.057.977 novas ações Classe A em relação de troca de 1 para 6,2. Com isso, o Agibank vira a principal subsidiária operacional do grupo.
Ao fim do IPO, o grupo terá duas classes de ações, Classe A e Classe B. Classe A tem 1 voto por ação; Classe B, 10 votos por papel, mais direitos de conversão. As ações Classe B não serão listadas.
O bloco de ações Classe B ficará com o fundador e controlador, Marciano Testa, que manterá cerca de 92,4% do poder de voto, mesmo com 55% do capital total. Essa estrutura assegura o controle do grupo após a abertura.
Segundo o prospecto, o Agibank se define como empresa em crescimento emergente e passará a ser considerada uma controlled company pela NYSE, permitindo exceções a regras de governança aplicáveis a empresas de capital pulverizado.
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