David Michaud-Cromp, líder na Ubisoft Montréal, foi afastado do cargo em 31 de janeiro de 2026, menos de duas semanas após criticar publicamente os planos da empresa de encerrar o formato de trabalho remoto. O desligamento ocorre após ele já ter sido punido com suspensão não remunerada por se posicionar contra as políticas da companhia.
A controvérsia começou quando Michaud-Cromp expressou preocupações sobre o fim do home office, alegando impactos negativos na moral e na produtividade dos funcionários. Suas declarações públicas chamaram atenção nas redes sociais, onde reiterou a necessidade de reconsiderar a decisão.
Pouco tempo depois das críticas, Michaud-Cromp teria sido chamado para uma reunião com a diretoria e foi desligado. A Ubisoft não comentou oficialmente os motivos do desligamento, mas fontes da indústria indicam descontentamento da empresa com a crítica pública.
Repercussões e contexto
O caso reacende debates sobre direitos dos trabalhadores e transparência corporativa no setor de games. Colegas e observadores destacam a importância do diálogo aberto entre empregados e empregadores, especialmente em um cenário de mudanças no ambiente de trabalho pós-pandemia.
Ubisoft Montréal é reconhecida por títulos como Assassin’s Creed e Far Cry. A decisão de encerrar o trabalho remoto tem gerado reações variadas entre funcionários e público, refletindo tensões entre políticas empresariais e expectativas da equipe.
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