O Kruger National Park, na África do Sul, sofreu inundações intensas em janeiro, atingindo amplas áreas das províncias de Mpumalanga e Limpopo. Como consequência, o parque fechou temporariamente para visitantes de dia. Hoje, a SANParks informou a reabertura gradual de algumas estradas e da infraestrutura de acampamento.
As autoridades estão priorizando a segurança dos visitantes e o restabelecimento da infraestrutura. A atualização de 2 de fevereiro apontou que obras de reconstrução seguem em andamento e que novas rotas estão sendo criadas para manter o acesso ao parque.
O que aconteceu, quando e onde
As cheias ocorreram no norte da África do Sul e em Moçambique vizinho, no mês de janeiro, afetando o Kruger National Park, um dos parques mais visitados do país. A gravidade das chuvas provocou danos significativos em pontes, barragens e vias de acesso.
Quem está envolvido e por quê
A SANParks coordena os trabalhos de recuperação, com apoio da comunidade local e de órgãos governamentais. O ministro do Meio Ambiente, Willie Aucamp, estimou que os reparos podem custar até 30 milhões de dólares, destacando o impacto financeiro sobre a rede de parques.
Impacto no turismo e contexto financeiro
Segundo Aucamp, houve queda de 41% no total de visitas em janeiro em relação a 2025. A perda de receita no Kruger compromete a sustentabilidade de toda a rede de parques. Em 2024-25, Kruger recebeu 1,9 milhão de visitantes, cerca de 30% do total da SANParks.
Como procede a recuperação e o financiamento
A SANParks criou um fundo de recuperação para receber doações privadas. Os custos e prazos de restabelecimento ainda são avaliados pela instituição, conforme informou a assessoria.
Esforços locais e perspectivas
Representantes do setor turístico local indicam que a construção de rotas alternativas está permitindo acesso progressivo ao parque. Algumas entradas e instalações de acampamento já começaram a abrir, sinal de melhoria gradual.
Observação sobre o cenário de conservação
Especialistas apontam que o financiamento do turismo é crucial para áreas protegidas na região, o que fortalece a dependência de receitas do turismo para sustentar ecossistemas críticos, especialmente em parques de maior atratividade.
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