Bitcoin registrou queda de cerca de 10% na sexta-feira, chegando a aproximadamente US$ 64 mil, o menor nível desde o fim de 2024. A queda interrompeu o impulso recente e elevou a pressão de venda no mercado.
Na análise on-chain, o analista Murphy informou que a venda realizada por entidades atingiu US$ 3,2 bilhões no dia 5 de fevereiro, um pico histórico. O movimento é descrito como capitulação pelos especialistas, com traders buscando saída em meio ao recuo de preços.
Queda histórica e o ritmo das perdas
Murphy afirmou que o volume de perdas realizadas superou crises anteriores, incluindo ciclos marcados por choques de notícias. O analista destacou que não houve apenas uma sessão de choque para justificar o recuo, mas uma onda de aperto de liquidez contínua.
Medidas de perda realizada em foco
O analista também discutiu a utilidade da métrica em termos de dólares, ressaltando que o acompanhamento em USD oferece uma leitura mais fiel da pressão de venda da época. Segundo ele, a comparação com perdas em BTC pode distorcer a percepção de pânico no momento.
Olhando para o que vem a seguir
Investidores monitoram se o nível de perdas já atingiu o teto ou se há espaço para nova pressão de venda. Grandes oscilações de preço costumam forçar vendas adicionais, acelerando números de perdas realizadas.
Perspectivas de especialistas
Michael Burry, investidor conhecido por prever crises, publicou em X um gráfico que relaciona a queda atual ao movimento de 2021 a 2022. A postagem sugere que o Bitcoin poderia buscar suportes na faixa dos 50 mil dólares antes de um possível fundo mais estável.
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