O Brasil importa cerca de 25% do diesel que consome. Desde o início do conflito entre Irã e Ocidente, as bombas brasileiras registram alta de até 19%.
A crise internacional de petróleo e seus derivados pressiona os custos de produção de diesel no país. A instabilidade na região afeta oferta mundial, elevando preços.
Internationalmente, a pressão sobre o diesel chegou a 50% em alguns mercados, evidenciando a influência do conflito na cadeia global de petróleo.
A dependência brasileira de importações torna o país mais sensível a oscilações externas. Especialistas defendem ampliar a produção doméstica e incentivar fontes renováveis.
A alta também repercute na inflação, elevando o custo de transportes, alimentos e serviços, e ameniza a velocidade da recuperação econômica pós-pandemia.
Governos e setor privado buscam medidas para mitigar impactos, mas a resolução do conflito no Irã é apontada como fator determinante para estabilizar preços.
A expectativa é de que, enquanto houver guerra, diesel e derivados permaneçam em patamares elevados, impactando a economia e o bolso do consumidor.
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