Airbnb nasceu em 2008, quando três jovens de San Francisco buscavam pagar o aluguel após um aumento de 25% e houve demanda de hospedagem para um evento na região. De lá para cá, a plataforma evoluiu para um gigante do turismo.
Hoje, a empresa afirma ter cerca de 9 milhões de imóveis disponíveis em 220 países e territórios, em 150 mil cidades. Mais de 2,5 bilhões de hóspedes já se hospedaram em imóveis de terceiros pela plataforma.
Além de acomodação, a empresa tem ampliado serviços para tornar a estadia mais completa. É possível obter itens de mercado, transfer entre aeroporto e casa, e experiências, tudo integrado no aplicativo.
Em paralelo, a companhia tem investido na inclusão de hotéis na plataforma, como forma de oferecer opções adicionais aos viajantes e consolidar a oferta sob um único ecossistema.
Regulação e impactos locais
Autoridades de várias cidades temem efeitos sobre os preços de aluguel e o overtourism. Em Amsterdam, por exemplo, regulamentação de 2019 retirou cerca de 54% dos anúncios do Airbnb, segundo a empresa, sem reduzir os custos habitacionais.
Segundo a visão apresentada, o caminho aberto pela plataforma pode, no entanto, direcionar turistas para destinos menos explorados, ajudando a dispersar o fluxo de visitantes e favorecer comunidades locais.
Na Europa, a empresa aponta que 60% das noites reservadas não ocorrem em grandes cidades, mas em áreas rurais, onde há menos oferta hoteleira. Isso ampliaria o turismo e fortaleceria economias locais.
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