O Tesouro Renda+ foi tema do quadro Papo de investidor, na Resenha do Dinheiro desta semana, com foco no planejamento de longo prazo. O objetivo do título é acumular recursos e, no futuro, transformá-los em renda mensal por um período determinado.
O funcionamento é dividido em duas fases: acumulação e recebimento. Durante a primeira, o investidor faz aportes mensais até a data de vencimento. Após isso, inicia a fase de renda, com o valor corrigido pela inflação (IPCA) mais uma taxa de juros definida no momento da aplicação.
É possível simular o investimento no Tesouro Direto de acordo com idade e data de aposentadoria desejada. A ferramenta indica quanto investir e quais títulos podem atender à renda pretendida. A ideia é facilitar o planejamento previdenciário, com renda passiva por até 20 anos.
Como funciona
Durante a fase de acumulação, a remuneração acompanha o IPCA mais juros contratados. Na fase de renda, o montante acumulado vira pagamento mensal por até duas décadas, conforme o contrato.
A iniciativa foi apresentada no programa Realçado pela tela de planejamento financeiro, com apoio da B3 e da gestora BlackRock. A transmissão destaca o Tesouro Renda+ como opção estável para quem busca renda futura sem abrir mão da segurança.
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