O S&P 500 registrou quatro semanas consecutivas de queda e pode encerrar o mês com o pior desempenho em um ano. Analistas citam a retração de 50% de Fibonacci como referência para possíveis fundos de correção, com base em um princípio matemático de cerca de 800 anos.
A ferramenta técnica é usada para identificar pontos de entrada, sugerindo que o índice poderia buscar suportes após retrações significativas. Se o patamar de 50% for alcançado, o recuo projetado levaria o índice a aproximadamente 5.980 pontos.
O S&P 500 esteve abaixo de 6.500 na última semana e opera abaixo da média móvel de 200 dias, indicador que muitos viam como suporte. A quebra desse patamar reforçou a busca por novos pontos de apoio.
Analistas destacam que o nível de 6.200 pontos pode ser atingido caso as perdas permaneçam nesta semana, com o próximo suporte relevante situado em 5.980 pontos, alinhado à retração de 50% e à mínima recente do indicador.
Para o observador de mercado Jonathan Krinsky, sinais de fraqueza já apareciam antes de o conflito no Oriente Médio ganhar intensidade. Ele aponta que o Fibonacci é uma peça do conjunto de fatores que influencia o movimento.
Outra visão aponta que, apenas com resolução de tensões no Irã e queda dos preços de energia, o mercado pode encontrar um impulso de recuperação. Enquanto isso, houve recuperação pontual de ações na quarta-feira, com leve alta do índice.
Caso novos desdobramentos externos ocorram, o cenário técnico permanece de cautela entre quem acompanha o mercado de ações, com a busca por suportes destacados pelas retrações de Fibonacci.
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