O Tribunal de Contas da União aprovou a repactuação do contrato de concessão do aeroporto internacional de Brasília, com nova licitação prevista e saída da Infraero. O acordo envolve a Inframerica e o governo federal.
A mudança redesenha o modelo da concessão, incluindo novos investimentos e a incorporação de aeroportos regionais ao contrato. O objetivo é ampliar a conectividade e modernizar a infraestrutura da capital federal.
O governo estima realizar o leilão em novembro de 2026. A atual concessionária deverá participar da disputa, e a vencedora ficará responsável pela operação até 2037.
Investimentos e mudanças contratuais
O contrato prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão no aeroporto de Brasília ao longo dos próximos anos, com a receita da concessão now variável, em linha com o modelo já adotado no Galeão. A mudança no pagamento é central na repactuação.
Cinco dos dez aeroportos regionais incluídos integram o programa AmpliAR, localizados no Centro-Oeste, Paraná e Bahia. Investimentos de cerca de R$ 660 milhões devem ampliar, manter e operar esses terminais.
A Infraero deixará de fazer parte da sociedade após o leilão, recebendo remuneração pela participação atual. Hoje, a Infraero detém 49% da concessão, enquanto a Inframerica possui 51%.
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