O governo zerou Pis/Cofins do diesel na importação, distribuição e comercialização e lançou uma subvenção de R$ 0,32 por litro para mitigar os impactos da guerra no Irã. A medida busca evitar alta generalizada nos preços de combustível e frete.
Apesar das medidas, a Petrobras reajustou o diesel A em R$ 0,38 por litro para as distribuidoras, o que elevou preocupações entre caminhoneiros e entidades do setor de transportes. O governo também publicou medida provisória para assegurar o piso mínimo do frete e ampliar a fiscalização contra abusos nos postos.
Lula pediu aos governadores apoio à subvenção de R$ 1,20 por litro no diesel, com R$ 0,60 custeados pela União e R$ 0,60 pelos cofres estaduais. A Fazenda informou que mais de 20 estados já sinalizaram adesão, em busca de consentimento político e operacional.
Querosene de aviação segue como tema relevante: a Petrobras realizou reajuste de até 56,26% no combustível, elevando o custo para as empresas aéreas, que já projetam consequências significativas. O Ministério de Portos e Aeroportos propôs redução temporária do Pis/Cofins sobre o QAV, além de medidas como banco de incentivos fiscais.
No campo do gás de cozinha, Lula anunciou a anulação de um leilão de GLP da Petrobras vendido a distribuidoras com preços até 100% superiores aos praticados na tabela da estatal. O governo também sinalizou a intenção de recomprar a BR Distribuidora a partir de 2029 para atuar na moderação de preços.
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