Em Tóquio, a floração das cerejeiras está na reta final, atraindo moradores e turistas para o hanami, a contemplação das flores em piqueniques ao ar livre, em tons de rosa que iluminam parques da cidade. O fenômeno encanta pela beleza, mantendo viva a tradição anual.
Visitantes de várias nacionalidades lembram a importância cultural da época. Em Quioto, o pico é esperado neste fim de semana, reforçando o interesse turístico pela primavera japonesa e seus desfiles de cores nas paisagens urbanas e rurais.
A Agência Meteorológica do Japão aponta que a data de floração tem se adiantado desde 1953, um sinal de aquecimento global que transforma o fenômeno em um indicador climático. O avanço nas primeiras paisagens é observado em diversas regiões.
Mudanças climáticas
O aquecimento global ajuda a antecipar o surgimento das flores, alterando o calendário sazonal das cerejeiras. A percepção de mudanças nos padrões de chuva e temperatura vem acompanhada de impactos sazonais na organização de festividades locais.
Impacto econômico
O custo associado ao hanami aumentou desde 2020, com itens como bebidas e lanches subindo cerca de 25%. Em comparação ao ano anterior, houve elevação de aproximadamente 4,2%. Passeios de barco também ficaram mais caros, influenciados pelo câmbio de combustíveis.
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