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Luca de Meo pode colocar a Gucci de volta nos trilhos

Mercado acompanha valorização da Kering sob Luca de Meo, que flexibiliza preços e amplia uso digital para reposicionar a Gucci

Gucci
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Luca de Meo, ex-CEO da Renault, assumiu a presidência da Kering em 2023. O grupo francês de artigos de luxo detém marcas como Gucci, Yves Saint Laurent e Balenciaga. A mudança de liderança é vista como um marco de abertura na indústria do setor.

De Meo trouxe uma abordagem mais ousada e orientada à inovação. Sua meta é revitalizar a Gucci, marca-chave do portfólio, que vinha registrando crescimento mais fraco e perda de relevância entre públicos mais jovens.

Fontes próximas ao grupo indicam decisões que quebram velhos padrões, como flexibilização de políticas de preços, maior uso de tecnologia digital e foco em maior conexão emocional com o público jovem. O objetivo é reposicionar a Gucci.

Reação do mercado

As ações da Kering subiram desde a chegada de De Meo, refletindo confiança de investidores na capacidade de renovar a Gucci e impulsionar o crescimento do grupo. A valorização indica avaliação positiva do mercado.

Analistas apontam que a estratégia pode reforçar a posição da Gucci entre as marcas mais desejadas globalmente. Espera-se continuidade de inovação, sem renunciar à essência de luxo e exclusividade.

Panorama estratégico

A gestão de De Meo representa uma mudança de paradigma para o setor de luxo. A combinação de inovação com tradição é apresentada como caminho para sustentar marcas icônicas sem perder identidade.

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